terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Operações 'filhotes' da Lava Jato se espalham por 7 Estados.


A Lava Jato está prevendo que as operações em 2017 dobrem em relação a 2016 por efeito das delações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht, além de alcançar sete estados. Operações filhotes, fruto do compartilhamento de informações com o Ministério Público dos estados, começaram a ser deflagradas em São Paulo, Rio, Goiás, Pernambuco, Rondônia e no Distrito Federal, mas vão se ampliar. 
Essa é a manchete do jornal O Estado de S. Paulo deste sábado (31). 'Lava Jato prevê operações em mais 7 Estados, em 2017'. O Globo informa que a Lava Jato deve recuperar, com os acordos, R$ 10 bilhões. 
Em Goiás, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU), o valor do superfaturamento nas obras do aeroporto foi de R$ 211 milhões e a Lava Jato investiga pagamento de propina na obra. Os novos prefeitos vão assumir num quadro de dificuldade fiscal, com queda de receita e precisando de novos cortes. 
A situação das cidades é o assunto que abre o noticiário da Folha de S. Paulo. 'Prefeitos assumem com mais cortes e sem investir'. 
No Rio, o prefeito Eduardo Paes voltou atrás no aumento de ônibus, depois que o novo prefeito Marcelo Crivella criticou o reajuste. 'Decisão sobre aumento de ônibus será de Crivella', diz a manchete do Globo. 
As assembleias têm travado as medidas de ajustes apresentadas pelos governadores, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista ao Estadão, diz que não vai sacrificar o ajuste fiscal para ajudar os estados. Segundo ele, os governadores não podem ter a ilusão de que tudo virá da ajuda federal. 
A Policia do Rio acredita que a morte do embaixador grego, cujo corpo foi encontrado carbonizado na Baixada Fluminense, foi um crime passional e prendeu a viúva e um soldado da PM, amante da embaixatriz. Ela é brasileira e era casada com a vítima havia 15 anos. Outro destaque: o governador Luiz Fernando Pezão vetou o corte de 30% aprovado pela Assembléia em seu salário.

G1
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