sábado, 6 de abril de 2024

Darwin, a cidade australiana que é peça-chave para estratégia dos EUA de conter a China no Pacífico


Dissuadir uma China cada vez mais determinada foi um dos principais pontos da agenda entre o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, e o presidente americano Joe Biden, durante seu encontro em Washington, na semana passada.

O encontro foi acompanhado atentamente pelos cerca de 140 mil habitantes da cidade australiana de Darwin, que é fundamental para a aliança de defesa do Pacífico, liderada pelos Estados Unidos.

A guerra chegou pela primeira vez aos portos da Austrália em uma manhã de quinta-feira em 1942, quando 188 aviões japoneses sobrevoaram o centro de Darwin.

Eles lançaram bombas sobre o litoral, espalhando poeira vermelha e cobrindo o azul-turquesa do porto com fogo e fumaça. Os dois ataques aéreos praticamente arrasaram a cidade, matando pelo menos 230 pessoas.

O dia do ataque – 19 de fevereiro de 1942 – foi seguido por cerca de 200 novas incursões pelo norte da Austrália. Mas aquele é, até hoje, o ataque mais mortal já sofrido pelo país.

Oitenta anos depois, Darwin é um ponto turístico descontraído, com poucos sinais visíveis da guerra. Mas existe o temor latente de que a cidade possa vir a ficar novamente na mira de um conflito global.

Darwin abriga diversas bases militares importantes, que podem ser fundamentais em um eventual conflito com a China. Por isso, a cidade ocupa posição central no aprofundamento das relações entre a Austrália e os Estados Unidos – e é objeto de imensos investimentos pelos governos dos dois países.

Mas, enquanto o interesse dos americanos é tranquilizar os temores sobre o poderio chinês, surgem preocupações entre os moradores locais. Eles receiam que seu lar possa se tornar um alvo militar.

"Você está convidando para o conflito", afirma Billee McGinley, moradora de Darwin, que faz parte do grupo ativista local Top End Peace Alliance.

Em uma tarde recente no mês de outubro, o grupo se revezou em turnos à sombra do Cenotáfio, o memorial de guerra da cidade, para expressar suas preocupações.

"Nossa sensação é que estamos sendo sacrificados", afirma ela.

Extremo norte

Há muito tempo, Darwin é uma cidade militar.

É possível percorrer a cidade de carro em cerca de 15 minutos, mas ela abriga duas bases militares, além de uma terceira na sua periferia.

Em Darwin, é mais comum encontrar pessoas vestindo uniformes militares do que ternos. E o ronco das aeronaves nos céus faz parte da trilha sonora da vida da cidade.

As famílias de militares formam grande parte da população, sem falar nos milhares de soldados estrangeiros que chegam todos os anos para jogos de guerra e treinamento. O setor militar representa uma parcela ainda maior da economia local.

E fica claro que a presença dos militares no chamado "extremo norte" australiano só irá aumentar no futuro.

A Austrália defendia que não precisava escolher entre os Estados Unidos e a China, mas mudou de posição. Afinal, as relações entre Washington e Pequim azedaram e as reivindicações chinesas sobre Taiwan e o Mar do Sul da China se tornaram mais amplas e ameaçadoras.

Por isso, a Austrália afirma ter despertado para o seu papel fundamental na garantia da segurança e da estabilidade na região. E vem firmando novos compromissos com aliados e reformulando massivamente seus gastos com defesa.

É aí que entra Darwin, no extremo norte.

"Olhando para o mapa, fica óbvia a importância estratégica de Darwin", segundo o analista de defesa Michael Shoebridge.

O governo australiano anunciou que está destacando centenas de soldados para Darwin e outras cidades do norte do país. E também prometeu usar uma grande parcela do seu novo orçamento de defesa para fortificar a região.

Já os Estados Unidos – que se concentravam historicamente em Guam, no Havaí ou em Okinawa, no Japão – também estão despejando dinheiro na Austrália.

Os americanos já trabalham o ano inteiro na base espiã de Pine Gap, perto de Alice Springs (região central da Austrália) e, desde 2011, o país vem enviando anualmente grupos de fuzileiros navais para o Território do Norte australiano, onde fica a cidade de Darwin.

Em 2023, foram enviados cerca de 2,5 mil militares para a região. E, nos últimos anos, os Estados Unidos prometeram cerca de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) para a modernização de bases e construção de novas instalações.

Em Darwin, os planos incluem um centro de operações e planejamento de missões, além de 11 tanques de combustível para jatos. Já na base aérea de Tindal (duas horas ao sul de Darwin), serão construídos hangares para aviões bombardeiros com capacidade nuclear e um enorme depósito de munição.

Os Estados Unidos e a Austrália também assinaram acordos de defesa bilateral e o aumento da cooperação militar ocupou lugar de destaque na agenda de viagem do primeiro-ministro Albanese a Washington.

Especialistas afirmam que o aumento da presença militar no extremo norte australiano, tanto pela Austrália quanto pelos Estados Unidos, pretende dispersar os riscos e os recursos pela região, para "dificultar" eventuais estratégias de guerra por parte de Pequim. Mas a questão principal é evitar que a guerra aconteça.

Para Shoebridge, "é óbvio que a diplomacia e todos os fóruns e reuniões existentes na região não estão evitando as agressões e a intimidação da China".

"Por isso, para deter o conflito, é preciso ter poder militar suficiente, fora do alcance dos chineses, para que Pequim entenda que os custos do conflito seriam altos demais... [e] nenhuma estratégia de defesa coletiva faz sentido na nossa região sem a participação dos americanos."

Darwin na mira

Mas tudo isso está preocupando parte dos moradores de Darwin.

As opiniões sobre a possibilidade de um conflito com a China variam, mas eles questionam se o acúmulo de poder irá realmente deter Pequim ou aumentar a escala de tensão.

Eles temem que a presença americana em Darwin possa pressionar a Austrália a entrar em uma guerra na qual o país simplesmente não deveria se envolver e transformar sua cidade em um alvo militar.

"Se você adotar uma posição neutra e pacífica, seria um crime de guerra vir aqui", afirma McGinley.

Ela está muito assustada com o futuro de Darwin e estuda se existe lugar para sua família na cidade.

"Certamente estou analisando, com uma filha jovem, se fico por aqui ou não", ela conta.

E existem outras preocupações mais imediatas. Nos últimos meses, um fuzileiro naval americano foi acusado de estupro e um helicóptero Osprey americano caiu e explodiu perto de uma escola.

E ainda há o possível impacto da expansão das bases – e de um eventual ataque – sobre o patrimônio cultural dos aborígenes e a beleza natural que tornou famoso o Território do Norte.

Como poucas pessoas moram na região, o Território do Norte é tratado como "descartável", segundo Diana Rickard, diretora da Top End Peace Alliance. Para ela, "aqui sempre foi considerado um terreno baldio... e ainda é".

"Os riscos, impactos e ameaças são expostos para as pessoas que moram aqui. Mas qualquer espécie de benefício recebido... vai para as pessoas de outros lugares", afirma Naish Gawen, outro morador local.

Mas a Aliança pela Paz afirma que suas preocupações não parecem estar ressoando entre a comunidade, nem sendo ouvidas pelos governantes.

De fato, caminhando por Darwin, pode-se perceber uma sensação geral de indiferença pela presença dos militares na cidade.

"Não ouvi falar muito disso", afirma Brianna, moradora local de 30 anos de idade.

A associação comercial local e os políticos dos dois principais partidos australianos destacam os benefícios econômicos dos investimentos com a defesa.

A ministra-chefe do Território do Norte, Natasha Fyles, e o ministro da Defesa australiano, Richard Marles, não responderam aos pedidos de comentários enviados pela BBC. Mas Marles já disse anteriormente que Darwin é um "bem" nacional "significativo", o que é "uma boa notícia para a economia do Território".

"Manter nossa pegada aqui é de importância fundamental", afirmou o ministro em abril. Mas os especialistas não descartam a possibilidade de que Darwin venha a se tornar um alvo militar.

A estrategista de defesa Becca Wasser passou anos analisando o que poderia acontecer no caso de um conflito na região. E, na maioria dos cenários que ela idealizou, a China tenta atacar a Austrália com mísseis.

Mas o sucesso dos ataques é limitado devido à tecnologia detida por Pequim e aos mais de 4 mil quilômetros que separam o território chinês da Austrália.

"Na verdade, a maioria dos mísseis não atinge nem mesmo as bases mais ao norte", segundo ela.

Mas Wasser salienta que não é a existência das bases que faz de Darwin um alvo. O seu uso ou não para o envio de tropas pela Austrália é o fator decisivo.

Ela acrescenta que a Austrália combateu em quase todas as operações de coalizão organizadas pelos Estados Unidos nos últimos anos, mas não há garantia de que o país participe de eventuais guerras futuras.

"A decisão de enviar militares para qualquer conflito é uma decisão política, que a Austrália toma de forma independente", afirma Wasser. "Não é algo que possa ser simplesmente determinado pelos Estados Unidos."

Mesmo as pessoas cujas famílias vivenciaram o bombardeio de Darwin em 1942 parecem aceitar a nova realidade militar da cidade.

Richard Fejo repete as histórias que foram contadas pelo seu avô, Juma Fejo, e pelo seu tio-avô, Samuel Fejo. Ancião do povo aborígene Larrakia, ele conta que os dois nunca se recuperaram da perda de vidas humanas que presenciaram e dos impactos sobre o lar dos seus ancestrais.

"Na cultura aborígene, dizemos que a terra é nossa mãe...", ele conta, "e, por isso, algo terrível como o bombardeio de Darwin, para os Larrakia, teria sido como se o seu coração tivesse sido apunhalado."

Richard Fejo está assustado com a possibilidade de que seu lar entre novamente em guerra. Mas ele diz que se considera realista.

"Essas pessoas que defendem a presença dos americanos na terra dos Larrakia, que opção elas nos oferecem? Precisamos... nos lembrar do nosso passado, mas também nos preparar para o futuro."

BBC News, Tiffanie Turnbull


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Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

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I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

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Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

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Livro 5. O galo e a raposa

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Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

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V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl

 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XV – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVI – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

XVII – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

 

D – OUTROS

XVIII – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo. 

Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:

1.   Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/

2.   Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/

3.   Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/

4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/