Nada como recordar Cat Stevens ou Yusuf Islam, como prefere ser chamado. Degustem o belo espetáculo que é Don't Let Me Be Misunderstood:
O vídeo me fez lembrar um artigo que escrevi sobre o
fundamentalismo islâmico, onde faço alusão ao autor de preciosidades
inesquecíveis como Father and Son e Wild world:
“(...)
Os árabes
transmitiram mundo afora o legado grego, mas desenvolveram também a álgebra e a
trigonometria, difundiram os algarismos indo-arábicos; investiram na astronomia
e apresentaram à Europa a bússola e o astrolábio – instrumento desenvolvido
para observar a posição dos astros, determinando altura e definindo latitude e
longitude.
Graças aos árabes conhecemos a cana-de-açúcar e a laranja. Disseminaram modernas técnicas de cultivo e tecnologia para a produção de ferro e aço. Na medicina avançaram nos estudos sobre a circulação do sangue e no tratamento de doenças contagiosas e nervosas.
Todavia, os avanços que os árabes conquistaram no campo da ciência e da cultura ficaram no passado. Hoje, vigora o radicalismo do fundamentalismo islâmico que cultua o ódio e utiliza, dentre suas principais estratégias, o terrorismo.
(...)”Graças aos árabes conhecemos a cana-de-açúcar e a laranja. Disseminaram modernas técnicas de cultivo e tecnologia para a produção de ferro e aço. Na medicina avançaram nos estudos sobre a circulação do sangue e no tratamento de doenças contagiosas e nervosas.
Todavia, os avanços que os árabes conquistaram no campo da ciência e da cultura ficaram no passado. Hoje, vigora o radicalismo do fundamentalismo islâmico que cultua o ódio e utiliza, dentre suas principais estratégias, o terrorismo.
O artigo denominado ‘As madrassas e a lata de lixo’ ou ‘A história
das 72 virgens’, escrevi em 2008. Para lê-lo na íntegra, basta clicar aqui.