segunda-feira, 5 de outubro de 2026

O grande teatro do mundo



Tudo está em Shakespeare, sua época e a nossa, a grandeza da literatura e os milagres que a arte realiza na vida das pessoas



O teatro é, como as touradas, uma arte extremista, na qual uma obra é muito boa ou muito ruim, mas não existe um meio termo. Madri, por apenas quatro dias, teve a oportunidade de ver uma montagem fora do comum, concebida por um diretor genial, o irlandês/inglês Declan Donnellan, de uma tragicomédia de Shakespeare: Conto do Inverno.
Há um bom tempo eu não via um espetáculo que me deixasse praticamente em estado de transe ao longo das suas quase três horas de duração. Nem mesmo outra montagem do mesmo diretor, Medida por Medida, de Shakespeare, que era também notável e foi interpretada por uma companhia de atores russos, me deu essa sensação de beleza e originalidade, de destreza e perfeição absoluta que, estou certo, todos os que assistiram a essa representação no Teatro María Guerrero nunca esquecerão. (Direi, de passagem, sobre a alegria que me deu comprovar, na noite em que assisti, o grande número de jovens e adolescentes que lotavam os camarotes, galerias e a plateia.)
Apesar de Donnellan tomar muitas liberdades com o texto original, aposto o que for que se o grande Bardo inglês visse o que fez o irlandês/inglês com seu Conto do Invernoteria ficado tão feliz como nós, os espectadores. Porque a recriação dessa obra idealizada por Donnellan não faz mais do que revelar as potencialidades ocultas em seus versos e em sua melodramática história, o que nela existe de universal e de atual. Logo após vê-la, reconstruída em um palco pela sabedoria do diretor, corri para lê-la novamente e foi toda uma revelação observar que, de fato, com sua fantasia arrebatadora e suas delirantes coincidências e jogos de palavras, com suas personagens extravagantes e até sua geografia fantástica (na qual a Boêmia tem um porto marítimo), o Conto do Inverno é nada mais nada menos do que um testemunho sobre nosso tempo, nossos conflitos, uma obra que denuncia o absurdo e as velhacarias nas quais se move nossa vida política, os transtornos sociais provocados pelas injustiças cometidas por um poderoso mais ou menos imbecil, e, apesar de tudo isso, como em alguns momentos a vida pode ser bela, para todos, os ricos e os pobres, as vítimas e os algozes, quando se ama, se dança, se canta, e um grupo de amigos e casais jovens se reúne para, por algumas horas, na embriaguez e no gozo da festa, fugir da rotina, da servidão e misérias cotidianas.
Todos os atores são tão bons, cumprem tão rigorosamente com sua função específica, encarnam com tanta eficácia seus personagens, que parece injusto ter que destacar a formidável interpretação de Guy Hughes como o paranoico Leontes, rei da Sicília, sobre quem repousa boa parte da obra. Ele o faz magnificamente, com uma versatilidade que lhe permite passar do cômico ao trágico, do sentimental ao épico, com a mesma desenvoltura com que chora, geme, se desespera e gargalha. Parece mentira que um ator possa se metamorfosear de tal maneira e tantas vezes no decorrer da obra. O ciúme exacerbado desse demente, o rei Leontes, movimenta uma história que, começando na candente terra siciliana, percorre meia Europa, provocando sofrimentos e catástrofes múltiplas e mostrando uma heterogênea humanidade de pastores, pícaros, empregados, nobres, senhores, comediantes e trovadores ambulantes, muitos deles com nomes e reminiscências de mitos gregos. O fascínio é tamanho que, em dado momento, temos a impressão de ver o mundo inteiro ao alcance de nossos olhos, um pequeno universo em que, como O Aleph de Borges, toda a humanidade vivente se coloca ao nosso alcance.

E os mesmos elogios podem ser feitos sobre a iluminação, a música, o figurino. Alguns cubos de madeira servem para que Nick Ormerod, o cenógrafo, arme e desarme cenários que, apesar de toda a simplicidade de sua estrutura, nos fazem andar por suntuosos palácios, ermos, campinas onde pastoreiam os rebanhos, aldeias de camponeses, festas de rua.
Neste ano são comemorados os quinhentos anos das mortes de Shakespeare e de Cervantes. Espero que o autor de Dom Quixote, o livro emblemático de nossa cultura e nossa língua, esse homem simples, bom e trágico que seus contemporâneos ignoraram e maltrataram, receba homenagem semelhante à que Declan Donnellan prestou ao autor de Hamlet, Macbeth, Romeu e Julieta e tantas outras obras-primas. Porque uma montagem como a realizada com Conto do Inverno nos mostra, de uma maneira vívida e imediata, apelando diretamente a nossa sensibilidade e fantasia, a incrível riqueza e variedade da imaginação com que aquele obscuro comediante (de quem não sabemos quase nada, além do fato de ter escrito inúmeras obras-primas absolutas, e que se retirou dos palcos e da literatura quando ganhou bastante dinheiro para viver como um burguês, de sua renda) criou um mundo tão rico e diverso como aquele em que vivemos, mas sempre belo, apesar da violência que o atravessa e as tragédias que sofre, sempre belíssimo, graças à música e à magia das palavras que o formam, essa taumaturgia que transforma a tristeza em alegria, o ódio em gozo, a brutalidade e o terrível em generosidade e grandeza. Tudo está em Shakespeare, sua época e a nossa, o que nelas existe de idêntico e de diferente, a grandeza da literatura e os milagres que a arte realiza na vida das pessoas, assim como a maneira em que a vida dos humanos destila ao mesmo tempo felicidade e desgraça, dor e alegria, paixão, traição, heroísmo e vileza. Toda a incomensurável riqueza do mundo fantasiado por Shakespeare vem à luz de maneira ofuscante e esplêndida nesse Conto do Inverno concebido por Declan Donnellan.

Espero que Cervantes receba uma homenagem semelhante à que Donnellan prestou ao autor de 'Hamlet'

Uma última nota. Esta obra, representada pela companhia Cheek by Jowl, dirigida por Donnellan, contou com a colaboração de vários teatros europeus, da França, Itália, Luxemburgo e Espanha, e foi apresentada em Madri na língua inglesa, com uma tradução em espanhol para quem não conseguia acompanhar o texto em sua língua original. E isso não foi um obstáculo para que o público se deleitasse fascinado com o que acontecia no palco e premiasse os atores com uma impressionante ovação. O que se pode concluir disso tudo? Que aquilo que sempre se acreditou ser um impedimento para que as companhias de teatro andassem pelo vasto mundo – os diferentes idiomas – já não o é, não só porque a vida moderna transformou o aprendizado de idiomas em uma exigência inevitável, mas, sobretudo, porque existe hoje em dia uma tecnologia que permite aos espetáculos serem acompanhados em tradução quase tão perfeitamente como em sua língua original. Espero que os exemplos de Declan Donnellan e sua companhia Cheek by Jowl sejam seguidos por muitos outros e (o que, é pena, não será fácil) da mesma qualidade.
Por MARIO VARGAS LLOSA, no El País
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Dramaturgo, o autor transferiu para seus contos literários toda a criatividade, intensidade e dramaticidade intrínsecas à arte teatral. 

São vinte contos retratando temáticas históricas e contemporâneas que, permeando nosso imaginário e dia a dia, impactam a alma humana em sua inesgotável aspiração por guarida, conforto e respostas. 

Os contos: 
1. Tiradentes, o mazombo 
2. Nossa Senhora e seu dia de cão 
3. Sobre o olhar angelical – o dia em que Fidel fuzilou Guevara 
4. O lugar de coração partido 
5. O santo sudário 
6. Quando o homem engole a lua 
7. Anos de intensa dor e martírio 
8. Toshiko Shinai, a bela samurai nos quilombos do cerrado brasileiro 
9. O desterro, a conquista 
10. Como se repudia o asco 
11. O ladrão de sonhos alheios 
12. A máquina de moer carne 
13. O santuário dos skinheads 
14. A sorte lançada 
15. O mensageiro do diabo 
16. Michelle ou a Bomba F 
17. A dor que nem os espíritos suportam 
18. O estupro 
19. A hora 
20. As camas de cimento nu 

OUTRAS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade 

I – Coleção Educação, Teatro & Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O coronel e o juízo final 
Livro 2. A noite do terror 
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro  
Livro 4. Cobra Honorato 
Livro 5. A Mula sem cabeça 
Livro 6. Iara, a mãe d’água 
Livro 7. Caipora 
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro 
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo 
Livro 10. Saci Pererê 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. Não é melhor saber dividir 
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra 
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas 
Livro 4. A lebre e a tartaruga 
Livro 5. O galo e a raposa 
Livro 6. Todas as cores são legais 
Livro 7. Verde que te quero verde 
Livro 8. Como é bom ser diferente 
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim 
Livro 10. Quem vai querer a nova escola 

III – Coleção Educação, Teatro & Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa 
Livro 2. Carrossel azul 
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém 
Livro 4. O dia em que o mundo apagou 

IV – Coleção Educação, Teatro & História (peças teatrais juvenis): 
Livro 1. Todo dia é dia de independência 
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra 
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente 
Livro 4. Todo dia é dia de índio 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O mito de Sísifo 
Livro 2. O mito de Midas 
Livro 3. A Caixa de Pandora 
Livro 4. O mito de Édipo. 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro 
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia 
Livro 3. Amor de elefante 
Livro 4. Gravata vermelha 
Livro 5. Santa Dica de Goiás 
Livro 6. Quando o homem engole a lua 

sábado, 3 de outubro de 2026

A dramaturgia libertária de Antônio Carlos dos Santos


Em tempos em que a arte parece sufocada por algoritmos, burocracias e superficialidades, ressurge com força a figura de Antônio Carlos dos Santos, um dramaturgo e educador cuja obra pulsa com a urgência da liberdade. Mais do que peças teatrais, ele cria experiências transformadoras. Sua dramaturgia é, antes de tudo, um convite ao pensamento crítico, à empatia e à ação social. Ela rompe com o teatro engessado e propõe uma vivência viva, popular, filosófica e transformadora. Através de personagens pungentes, símbolos poéticos e enredos corajosos, Santos promove uma verdadeira alfabetização emocional e política. Sua missão vai além do palco: ele ensina a pensar, sentir e agir de forma libertária.

Em sua trajetória, três metodologias se destacam como marcas registradas de seu trabalho. O Teatro de Bonecos Mané Beiçudo é mais que um método de teatro: é um grito em forma de fantoches. Inspirado nas tradições populares da commedia dell’arte, esse teatro de bonecos carrega histórias de resistência, humor e denúncia social. Com linguagem acessível, mas de altíssimo conteúdo simbólico, Santos usa os bonecos como espelhos das contradições humanas. Em organizações (públicas e privadas), em escolas e universidades, em praças e presídios, o Mané Beiçudo protagoniza  apresentações que encantam e provocam públicos de todas as idades.

Outra metodologia inovadora é o MAT – Mindset, Ação e Teatro. Nesse processo, teatro é ferramenta de mudança de mentalidade. Inspirado nas teorias de Carol Dweck sobre mindset e no teatro de Meyerhold, o MAT capacita jovens e adultos a reescreverem suas próprias narrativas pessoais. Ele tem sido usado com sucesso em ambientes escolares e corporativos como uma forma criativa de empoderamento. O espectador se torna ator da própria história. Em oficinas, vivências e montagens coletivas, os participantes mergulham em personagens que revelam suas dores, sonhos e possibilidades de superação.

Já o ThM – Theater Movement propõe uma pedagogia do corpo em movimento. Combinando teatro físico, improvisação e práticas de autoconhecimento, essa metodologia coloca o corpo como protagonista da aprendizagem. Em projetos com instituições, comunidades periféricas e grupos estudantis, o ThM tem mostrado resultados impactantes em autoestima, expressão e capacidade de liderança.

Navegando no portal da livraria amazon.com.br é possível constatamos o quão profícua é a produção literária de Antônio Carlos.

Das inúmeras peças publicadas, algumas se destacam como pilares dessa dramaturgia libertária.

Em Quando o homem engole a lua” e “Lampião e Prestes”, a dramática denúncia sobre a questão agrária, o latifúndio, e a injustiça no campo. “Amor de elefante”, “O dia do abutre” e “A chibata”, são desesperados brados de resistência à ditadura militar brasileira. Em “Gravata vermelha” e “Santa Dica de Goiás”, a pena de Santos adentra a história brasileira para denunciar a perpetuação do messianismo e do coronelismo na política brasileira e latina americana. Em “Amor e ódio” e “Irena Sendler”, o autor se desloca para a Europa para denunciar a completa desumanização: a migração da África para a Europa e o nazi-fascismo na 2ª Guerra Mundial. A crítica política pulula em “O juiz, a comédia” e “A comédia do mundo perfeito”.

A Auschwitz plantada no coração do Brasil - o hospício de Barbacena - é abordada em “A noite mais escura”, e a ideologia política enquanto instrumento de açoite à humanidade, em “Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski”

Em “Pitágoras” e “Giordano Bruno”, Santos discute filosofia e liberdade.

Cada uma dessas obras é um universo próprio. Em suas comédias, por exemplo, os protagonistas conclamam a plateia e os leitores a parar de rir e partir para a ação à luz da reflexão crítica. As peças discutem temas como alienação, mídia e a banalização do sofrimento; autoritarismo e liberdade; amor e ódio; resistência democrática e submissão; comunicação e censura... Já “Irena Sendler, minha Irena” mergulha na trajetória de uma mulher, uma heroína, que ressignifica a humanidade através da resistência. É uma homenagem à força dos abnegados que empunham a espada da liberdade e da justiça.

A peça “O dia do abutre” é quase uma fábula política. Por meio dos personagens, Santos denuncia os mecanismos de censura, manipulação midiática e apagamento das culturas populares. Numa linguagem contundente que remete ao realismo fantástico, a peça já foi encenada em diversas cidades do Brasil e em festivais internacionais. “A chibata” é uma metáfora do labirinto político em que se encontram mergulhados o Brasil, a América Latina e a África. Nela, os personagens vivem em um eterno retorno, presos a bolhas políticas que oprimem e escravizam. Por fim, “Pitágoras” e “Giordano Bruno”, em que pese as tragédias que encerram, são celebrações da arte como potência de libertação. Com forte teor autobiográfico, essas peças costuram passagens da vida de Santos com grandes momentos da história do teatro engajado.

A obra de Antônio Carlos dos Santos é, acima de tudo, educativa. Ele acredita que o teatro tem o poder de formar sujeitos críticos, capazes de transformar suas realidades. Por isso, seu trabalho está presente não apenas nos palcos, mas também nas empresas, nas salas de aula, praças públicas e espaços de formação cidadã. Suas peças são material didático, suas metodologias são práticas de cidadania, suas palavras são sementes de liberdade. Em um mundo de urgências e desalento, ele planta esperança.

Referências científicas corroboram seu trabalho. Estudos como os de Lev Vygotsky embasam a interseção entre arte, educação e transformação social. A teoria da zona de desenvolvimento proximal é visível em sua prática. Além disso, a neurociência educacional atual comprova que o aprendizado emocional e corporal promovido por suas metodologias é altamente eficaz no desenvolvimento cognitivo e socioemocional.

Antônio Carlos dos Santos escreve diariamente em seus blogs e redes sociais, compartilhando poemas, artigos culturais e educacionais, análises e arcabouços teóricos que revelam a vastidão de sua produção intelectual. Com uma linguagem simples e poética, ele consegue atingir desde o leitor comum até o acadêmico exigente. Sua escrita é uma ponte entre o saber erudito e o popular, entre a teoria e a prática, entre o sonho e a ação. Seu compromisso com a educação é visceral: ele escreve porque acredita que cada palavra pode acender uma consciência.

Seu teatro é, portanto, mais do que arte: é militância poética. Em um país que ainda luta por justiça social, equidade e dignidade, a dramaturgia libertária de Antônio Carlos dos Santos é farol e trilha. Inspirar-se em sua obra é mais do que admirar um artista - é escolher fazer parte de uma transformação. Que sua arte continue ecoando nos corações e palcos do Brasil. E que seu teatro, feito de coragem, amor e liberdade, não há como se intimidar e perder a voz.

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O autor:

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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:

 

A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:

Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade

Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama

Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros

Livro 6. Bichinhos felizes

Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão

Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia

Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia

Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia

 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O coronel e o juízo final

Livro 2. A noite do terror

Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro 

Livro 4. Cobra Honorato

Livro 5. A Mula sem cabeça

Livro 6. Iara, a mãe d’água

Livro 7. Caipora

Livro 8. O Negrinho Pastoreiro

Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo

Livro 10. Saci Pererê

 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. Não é melhor saber dividir?

Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra

Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

Livro 4. A lebre e a tartaruga

Livro 5. O galo e a raposa

Livro 6. Todas as cores são legais

Livro 7. Verde que te quero verde

Livro 8. Como é bom ser diferente

Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim

Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

Livro 4. Todo dia é dia de índio

 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl


XV – Collection “Folk legends play with numbers”

Book 1: Saci plays with numbers

Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers

Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction

Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens

Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens

Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication

Book 8: Romãozinho plays with division

Book 9: Caipora plays with geometry

Book 10: Cairara plays with measurements

 

XVI – Coleção Planeta Criança

Livro 1 – O meu planeta

Livro 2 – Os meus oceanos

Livro 3 – A minha floresta

  

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XVII – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVIII – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

IX – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais 

 

D – OUTROS

XX – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo. 

Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:

1.   Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/

2.   Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/

3.   Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/

4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/


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