quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Obras de H.G. Wells e Gertrude Stein passam a ser de domínio público este ano


As obras de H.G. Wells, Gertrude Stein e do brasileiro Príncipe Pretinho passaram a ser de domínio público a partir de 1º de janeiro, ou seja, podem ser copiadas, reproduzidas e remixadas sem restrições de direitos autorais nem necessidade de pagamento ou autorização.
Tradicionalmente, o primeiro dia do ano marca a passagem de novos conteúdos à lista de domínio público. Em geral, os países tornam uma obra pública no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 50 ou 70 anos da morte do autor.
No Brasil, os direitos patrimoniais do autor duram por 70 anos, contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor. Além das obras em que o prazo de proteção aos direitos excedeu, também pertencem ao domínio público as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores e as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal para os conhecimentos étnicos e tradicionais.
Domínio público, no direito da propriedade intelectual, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros) de livre uso comercial porque não são submetidas a direitos patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas que podem ser objeto de direitos morais.
Em 2015, “O pequeno príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, entrou em domínio público. Já em 2016, a morte de Mário de Andrade completou 70 anos e clássicos como Macunaíma ficaram livres de direitos autorais. 
Veja a lista de alguns autores e artistas cujas obras foram liberadas em 2017:
H. G. Wells
Herbert George Wells é um dos pioneiros na literatura de ficção científica. Nascido em 1866, o britânico H. G. Wells imortalizou-se em obras como A máquina do tempo (1895), A Ilha do Dr. Moreau (1896), O homem invisível (1897) e A guerra dos mundos (1898). Wells projetava visões de  futuro e realidades alternativas baseadas no progresso científico. Ele tratou de vários temas que mais tarde se tornariam centrais nesse tipo de literatura: a viagem no tempo, a invasão alienígena, a manipulação biológica, a guerra total e a invisibilidade. Ao lado de Jules Verne e Hugo Gernsback, Wells é considerado um dos pais da ficção científica.
André Breton
Autor do primeiro Manifesto Surrealista, de 1924, André Breton foi um escritor e ativista anarquista e antifascista francês. Em suas obras, ele abordou diversos temas políticos com viés de esquerda, com textos marcados por sarcasmo. Próximo de vários artistas, Breton foi um dos responsáveis pela popularização dessa corrente artística e por sua conceituação teórica. Publicou vários ensaios e livros de poesia.
Gertrude Stein
A escritora americana de origem judaica foi uma das mais importantes expoentes do movimento modernista. Nascida em 1874, Gertrude Stein tinha em seu círculo de amizades personalidades como Ernest Hemingway, Pablo Picasso e Henri Matisse. Stein criava parágrafos completos sem nenhuma descontinuação. Suas primeiras narrativas, como O Modo de Ser dos Americanos (1906) e Três Vidas (1909), apresentavam recursos textuais considerados por muitos como uma escrita automática, que inspiraria a futura prosa experimental. Lésbica, Stein explorava o tema da sexualidade em obras consideradas avançadas para sua época. O poema Miss Furr and Miss Skeene é considerado um dos primeiros a expor abertamente sua opção sexual. Seu livro Autobiografia de Alice B. Toklas alcançou sucesso inesperado e se tornou uma das obras fundamentais do século 20.
Mina Loy
A artista, poeta e escritora britânica foi uma das autoras do Manifesto Feminista, escrito em 1914. Publicou livros de poesia, roteiros, ensaios e fez ilustrações (usando, principalmente, a técnica de colagem). Entre seus admiradores estão T. S. Eliot e Gertrude Stein. Foi ligada a movimentos como o Futurismo, quando vivia em Florença, e publicou poemas como Aforismos sobre o Futurismo (1914) e ao Dadaísmo. Em Nova York publicou em revistas editadas pelo artista e poeta Marcel Duchamp e pelo poeta e crítico Walter Conrad Arensberg.
D. T. Suzuki
O japonês Daisetz Teitaro Suzuki, conhecido como D. T. Suzuki, é considerado por muitos o maior responsável pela popularização do zen-budismo no Ocidente, apesar de não ser monge. É autor de obras populares como Introdução ao Zen Budismo (1934) e Manual do Zen Budismo(1934). D. T. Suzuki lecionou na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e traduziu obras em japonês, chinês e sânscrito. Venceu o Nobel da Paz em 1963.
Frank O’ Hara
Poeta, dramaturgo e crítico, Frank O'Hara teve mais de 20 livros publicados. Nos anos 1960, foi curador do Museu de Arte Moderna de Nova York, mas abandonou o cargo para dedicar-se integralmente à literatura. Parte da poesia do autor foi publicada em colaboração com artistas visuais e obras suas escritas em verso foram criadas para o teatro, representadas em teatros de vanguarda.
Príncipe Pretinho
José Luiz da Costa, o Príncipe Pretinho, nasceu no Rio de Janeiro, foi um personagem que incentivou a carreira de outro grande nome da música popular brasileira, Herivelto Martins. O compositor brasileiro foi um dos mais importantes da cena carioca dos anos 1930. Teve canções regravadas por Ataulfo Alves, Dalva de Oliveira, Francisco Alves e Nelson Gonçalves, entre outros.
Buster Keaton
Buster Keaton, nome artístico de Joseph Frank Keaton Jr., foi um ator e diretor americano de comédias mudas, considerado o grande rival de Charlie Chaplin.
Paul Nash
Paul Nash foi um pintor britânico famoso por seus quadros de guerra e suas paisagens, algumas das quais mostram a influência dos surrealistas e do artista Giorgio de Chirico.
Alfred Stieglitz
Foi pioneiro no uso profissional de pequenas câmeras portáteis e o primeiro fotógrafo a ter suas obras no acervo de importantes museus de Boston, Nova York e Washington. Sua principal fotografia foi O Terminal. Alfred Stieglitz nasceu na Alemanha, onde estudou fotoquímica, mas viveu em Nova York, lugar em que ingressou no movimento pictorialista. Também dedicou-se à divulgação da pintura moderna nos Estados Unidos. Organizou as primeiras mostras de Rodin, Matisse, Toulouse-Lautrec, Cézanne e Picasso. Promoveu ainda jovens pintores americanos, entre os quais Georgia O'Keeffe, com quem se casou. Criou, editou e publicou a revista Camera Work (1903-1917).
Líria Jade, da Agência Brasil
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Para aproveitar o seu tempo  


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9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



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IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Operações 'filhotes' da Lava Jato se espalham por 7 Estados.


A Lava Jato está prevendo que as operações em 2017 dobrem em relação a 2016 por efeito das delações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht, além de alcançar sete estados. Operações filhotes, fruto do compartilhamento de informações com o Ministério Público dos estados, começaram a ser deflagradas em São Paulo, Rio, Goiás, Pernambuco, Rondônia e no Distrito Federal, mas vão se ampliar. 
Essa é a manchete do jornal O Estado de S. Paulo deste sábado (31). 'Lava Jato prevê operações em mais 7 Estados, em 2017'. O Globo informa que a Lava Jato deve recuperar, com os acordos, R$ 10 bilhões. 
Em Goiás, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU), o valor do superfaturamento nas obras do aeroporto foi de R$ 211 milhões e a Lava Jato investiga pagamento de propina na obra. Os novos prefeitos vão assumir num quadro de dificuldade fiscal, com queda de receita e precisando de novos cortes. 
A situação das cidades é o assunto que abre o noticiário da Folha de S. Paulo. 'Prefeitos assumem com mais cortes e sem investir'. 
No Rio, o prefeito Eduardo Paes voltou atrás no aumento de ônibus, depois que o novo prefeito Marcelo Crivella criticou o reajuste. 'Decisão sobre aumento de ônibus será de Crivella', diz a manchete do Globo. 
As assembleias têm travado as medidas de ajustes apresentadas pelos governadores, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista ao Estadão, diz que não vai sacrificar o ajuste fiscal para ajudar os estados. Segundo ele, os governadores não podem ter a ilusão de que tudo virá da ajuda federal. 
A Policia do Rio acredita que a morte do embaixador grego, cujo corpo foi encontrado carbonizado na Baixada Fluminense, foi um crime passional e prendeu a viúva e um soldado da PM, amante da embaixatriz. Ela é brasileira e era casada com a vítima havia 15 anos. Outro destaque: o governador Luiz Fernando Pezão vetou o corte de 30% aprovado pela Assembléia em seu salário.

G1
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Desde o antigo império romano, quando a corrupção e a opressão são avassaladores, circo.


Rio de Janeiro: saiba quais serão as atrações do Réveillon 2017 em Copacabana
O famoso réveillon na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, terá início às 18h do sábado (31).  A atração principal será a apresentação dos cantores Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo, a partir das 21h45, no show do Grande Encontro. DJs também vão animar o público.
Neste ano, o Réveillon de Copacabana terá apenas um palco, na altura do Copacabana Palace.
As apresentações vão se prolongar até quase 3h. A noite terá também shows do cantor Alex Cohen, DJ MAM e Léo Jaime. As baterias das escolas de samba Unidos da Tijuca e Mangueira encerram a festa.
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domingo, 1 de janeiro de 2017

Exposição no Rio mostra papel da Missão Artística Francesa no Brasil

Rio de Janeiro - O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) inaugura a exposição Joaquim Lebreton – do Cenário Artístico em 1816 à Missão Artística Francesa no Rio de Janeiro -Tomaz Silva/Agência Brasil

O Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, apresenta, desde sexta-feira (23), ao público exposição sobre a Missão Artística Francesa no Brasil. A comitiva de artistas estrangeiros chegou ao país há 200 anos para implantar o ensino de artes e difundir novo estilo estético. O Museu de Belas Artes está aberto de terça a sexta-feira, entre as 10h e as 17h. Nos fins de semana, o horário vai das 13h às 17h. A entrada custa R$ 8 a inteira e é de graça aos domingos.
Logo depois da chegada ao Brasil, dom João VI e seu ministro Antonio de Araujo Azevedo se preocuparam em implantar uma educação formal na colônia, que tinha acabado de expulsar os padres jesuítas, responsáveis até então pela educação no país. Eles convidaram, então, Joaquim Lebreton, um intelectual para montar uma comitiva com artistas.
Em comemoração à chegada da missão em 1816, a mostra Joaquim Lebreton – do centenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro - apresenta 50 obras, inclusive peças que estavam há décadas no acervo do Museu de Belas Artes, Entre elas, há gravuras, pinturas, estudos e esculturas que os artistas trouxeram com eles ou produziram ao retornar à Europa.
É o caso da gravura Embarque de Dom João VI para o Brasil, de Francesco Bartolozzi, artista italiano, que está logo no início da mostra e foi trazida por Lebreton, destaca uma das curadoras da mostra e diretora do Museu de Belas Artes, Monica Xexéo. “Lebreton reúne em Portugal obras de diversos artistas, franceses, italianos, holandeses - compra e traz junto com os artistas”.
Monica destaca ainda a importância dos profissionais que vieram na comitiva, responsáveis por difundir o neoclassicismo, estilo próprio, de muita sofisticação à época, e por inaugurar a Academia Imperial de Belas Artes, dez anos depois de sua chegada. A escola formou uma geração.
A mostra sobre a Missão Artística Francesa está dividida em quatro módulos, retratando a vinda dos artistas, com a exibição das obras trazidas por eles ou sobre a vinda deles, o encontro com a Escola Fluminense e os artistas locais, como mestre Valentim – que tem réplica de escultura na exposição. Na terceira parte, estão obras da própria Missão Artística, como um estudo de Jean Baptiste Debret para o desembarque da princesa Leopoldina no Rio.
Estão expostos trabalhos dos principais representantes da missão, entre eles os pintores Jean Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay, o escultor Marc Ferrez e o arquiteto Grandjean de Montigny.
Segundo Monica, eles deixaram um acervo e contribuíram para o registro também de cenas do cotidiano, tipos humanos e aspectos sociais, etnográficos e paisagísticos. “Não havia registro fotográfico naquela época, eles faziam o registro oficial dos fatos políticos, históricos e efemérides, isso era corriqueiro”, disse a curadora. Eram a nata, grandes nomes da história da arte francesa, artistas consagrados e importantes”, acrescentou.
Quem se interessar pode aproveitar para complementar a exposição visitando a Galeria de Arte Brasileira sobre o século 19, no mesmo prédio, que concentra outras obras significativas do período. “Não posso contemplar uma obra sem ter o contexto histórico e não posso ter o contexto histórico dissociado de fato político, intelectual, das coisas”, disse a diretora do museu, defendendo o ensino da arte como fundamental em todos os níveis nos dias de hoje.
Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil

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8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



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