sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Processos sobre judicialização da saúde chegam a 1,5 milhão em 2017


O ano de 2017 será encerrado com mais de 1,5 milhão de processos sobre judicialização da saúde. É o que estima o juiz federal Clenio Jair Schulze, membro do Comitê de Saúde do Estado de Santa Catarina, que apresentou o dado nessa segunda-feira (11/12) durante a audiência pública sobre a judicialização da saúde realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O dado é um dos muitos exemplos sobre demandas judiciais por acesso à saúde apresentados por representantes de 32 entidades - entre autoridades públicas, associações de pacientes, laboratórios farmacêuticos e planos de saúde . O debate foi conduzido pelo conselheiro Arnaldo Hossepian, supervisor do Fórum Nacional do Poder Judiciário para a Saúde.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, afirmou na abertura do evento que é necessário aperfeiçoar as ferramentas do Judiciário para uma jurisdição mais adequada ao cidadão.
'A Justiça é um fazer constante e, por isso, o Conselho abre este espaço para que possamos, cada vez mais, aperfeiçoar os critérios e as ferramentas necessárias para uma jurisdição mais adequada e coerente com o que o cidadão precisa e espera do magistrado brasileiro,' disse Cármen Lúcia, que também preside o CNJ.
A ministra informou que diante da grande procura das entidades para participação na audiência, uma nova audiência será realizada no início de 2018. O ministro da Saúde, Ricardo Barros era aguardado para o encerramento da audiência pública, mas foi substituído de última hora pelo secretário-executivo da pasta, Antônio Nardi. De acordo com Nardi, medicamento seguros, registrados, 'dão segurança para todos os lados e não reforçam apenas interesses de algumas áreas'.
Números
Diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Simone Freire falou sobre algumas medidas adotadas pelo órgão diante do crescimento de ações entre contratantes e planos de saúde privados. Segundo ela, as ações mais recorrentes tratam de questões assistenciais: pessoas que buscam cobertura para tratamentos em matérias que já são devidamente reguladas pela agência.
De acordo com Freire, em 2016 a ANS registrou 89 mil reclamações envolvendo operadoras. Dessas, 63% tratavam de questões assistenciais. Para lidar com a demanda, a agência criou um canal de resolução administrativa dos conflitos - com 81% de efetividade. A ideia, segundo a diretora, é contribuir para a redução no número de processos e diminuir o impacto na judicialização da saúde.
Marcelo André Barboza da Rocha, secretário de controle externo da saúde do Tribunal de Contas da União (TCU), disse que os gastos da União e dos estados cresceram 1.300% devido às demandas judiciais por fornecimento de medicamentos entre 2008 a 2015. Neste período, segundo Rocha, as despesas do Ministério da Saúde com o cumprimento de decisões judiciais para a aquisição de medicamentos saltaram de R$ 70 milhões para R$ 1 bilhão.
Boa e má
Na visão da defensora pública Thaísa Guerreiro, da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, apesar dos problemas, o recurso ao Judiciário vem garantindo o direito das pessoas a direitos fundamentais - uma 'judicialização responsável, e não amadora da saúde'.
Para Guerreiro, a litigância responsável promove uma aproximação dos atores e o uso racional dos medicamentos. 'Ou seja, é uma judicialização que viabiliza o acesso justo e equitativo dos cidadãos', explicou. A judicialização, nas palavras da defensora, é efeito de algo que não vai bem no quadro da saúde pública e suplementar.
Em nome da Federação Nacional das Apaes (FENAPAES) e da Casa Hunter, a advogada Rosângela Moro falou sobre o descompasso entre o tempo de incorporação de novas terapias nos protocolos clínicos de diretrizes terapêuticas e as necessidades das pessoas vulneráveis. Segundo ela, o alto custo dos medicamentos no caso das doenças raras e das deficiências coloca estas pessoas numa situação ainda mais desigual.
'Acreditamos que a grande questão não é a judicialização em si, mas a má judicialização da saúde', disse. Moro lembrou que o médico tem liberdade para prescrever um tratamento, e que os operadores do direito não têm legitimidade para dizer se um remédio é bom ou não. A solução, de acordo com ela, está na inafastabilidade da perícia, que garante ao juiz a confirmação do diagnóstico e dá a certeza de que não há outro tratamento no SUS.
Evidências
A advogada da União Cynthia Pereira de Araujo, membro do Comitê Executivo Estadual de Saúde de Minas Gerais, lembrou que não se confirma a afirmação de que a União não incorpora medicamentos caros. Segundo a especialista, que é autora do livro 'Judicialização da Saúde: Saúde Pública e Outras Questões', há um rol de medicamentos que, mesmo caros, foram incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS).
'A questão para que a União não incorpore um medicamento ao seu rol não é o preço, mas a falta de evidências médicas', explicou.
Para Araujo, a tendência de 90% de liminares judiciais concedidas para o fornecimento de medicamentos vai de encontro ao que diz a Constituição Federal quando fala do direito à saúde.
'O direito à saúde previsto no artigo 196 da Constituição não é o direito de acesso ao conteúdo de toda a e qualquer prescrição médica. O que o legislador garante é o direito à saúde baseada em evidências', afirmou.
Maria Alice Peralta, diretora jurídica nacional da operadora de planos de saúde UnitedHealth, que controla a Amil, falou sobre decisões judiciais que obrigam o custeio de tratamentos negados pelos planos de saúde. A advogada ponderou que quando um médico autoriza um procedimento que não está no rol da ANS, contraria não só o contrato da operadora, mas a própria regulamentação.
'Quando um magistrado concede uma liminar com base nesse pedido médico, a gente entra numa seara do desconhecido. É impossível para um juiz saber exatamente o que é aquilo. A responsabilidade do magistrado é enorme, gigante', frisou.
De acordo com a especialista, mais de 60% das liminares concedidas nesta esfera têm como base apenas o pedido médico. É preciso, para ela, dar às operadoras a chance de explicar porque aquele tratamento está sendo negado.
Segundo Peralta, o juiz pode avaliar se realmente está diante de uma urgência ou não. 'E urgência é risco a vida. Há que se avaliar se cirurgias eletivas que são levadas ao judiciário são, de fato, urgentes.'

Por Mariana Muniz, no Jota/SP

___________

A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
Para adquirir o seu exemplar, clique aqui.



 ___________________



Para saber mais sobre o livro, clique aqui.
___________________


Para saber mais sobre o livro, clique aqui.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Nas obras públicas a regra geral: superfaturamento


Laudos contestam Odebrecht e mostram superfaturamento
Segundo levantamento da Folha, mais de 60 obras públicas foram citadas por delatores como objeto de corrupção
Pelo menos 15 perícias oficiais de tribunais de contas e da Polícia Federal contestam a versão da empreiteira Odebrecht e de seus executivos de que a empresa não super-faturou obras incluídas no acordo de delação assinado com o Ministério Público.
Levantamento da Folha mostra que a soma das Irregularidades indicadas nesses laudos é de mais de R$ 10 bilhões, quantia que supera o montante de R$ 6,8 bilhões a ser pago pela Odebrecht como indenização aos cofres públicos brasileiros até 2022, conforme o acordo.
Nos últimos três meses, a reportagem examinou mais de 76 mil páginas de documentos entregues pelos executivos da empresa à Justiça. 0 trabalho permitiu constatar que mais de 60 obras públicas foram mencionadas pelos delatores como objeto de Corrupção.
A Odebrecht admite que pagou propinas a agentes públicos e políticos ligados a esses projetos, mas sustenta que os subornos serviram apenas para garantir vitórias em Licitações e o cumprimento regular dos contratos públicos. Diz ainda que não houve superfaturamentos.
0 número de perícias que contradizem essa alegação da empresa pode ser maior, já que parte das apurações e seus laudos ainda estão sob sigilo, principalmente em tribunais de contas que não deliberaram sobre os casos.
Os trabalhos técnicos já públicos sobre Irregularidades em obras da Odebrecht foram produzidos por peritos do TCU (Tribunal de Contas da União), dos tribunais de contas dos Estados do Rio de Janeiro, da Bahia e de Pernambuco, e da Polícia Federal.
Na maior parte dos casos, a Odebrecht admitiu que formou cartéis com várias outras empresas para dividir lotes dos projetos, o que aumenta a probabilidade de majorações indevidas de preços.
Segundo o representante da ONG Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, a posição da Odebrecht de reconhecer cartéis mas negar superfaturamentos mostra um descompasso em relação a outros casos de conluio entre empresas.
“Um ambiente cartelizado no qual não se aproveitasse para obter as maiores margens de ganho com sobrepre-ços seria um caso único na experiência internacional. Seria quase como acreditar em Papai Noel. Seria inusual que as empresas se pautassem pela eficiência no uso do Recurso Público e reproduzissem uma situação de mercado competitiva”, disse Brandão.
O mais significativo montante de Superfaturamento em obra com a participação da Odebrecht, R$ 5 bilhões, em valores atualizados, foi indicado na perícia da Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
Na obra, a empresa atuou em consórcio (participação de 16%) liderado pela construtora Andrade Gutierrez, cujos dirigentes também fizeram delação premiada.
As planilhas de suborno da empreiteira registram 13 repasses relacionados a Belo Monte, que totalizam cerca de R$ 5,3 milhões.
Mais de 85% desse montante foi pago a uma pessoa que recebeu o codinome “esquálido”. Segundo delatores, a alcunha era do senador e ex-mi-nistro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA).
Outros superfaturamentos na casa dos bilhões foram apurados nas obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro (R$ 2,3 bilhões) e da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco (R$ 2,2 bilhões).
CAPACIDADE DE PAGAR
Parte desses laudos já estava pronta quando a delação da Odebrecht foi assinada, em dezembro de 2016, mas o tema Superfaturamento não aparece no acordo, que também foi fechado com autoridades dos EUA e da Suíça.
Indagado sobre esse fato, o procurador Carlos Fernando Lima, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, disse que “o problema de Superfaturamento é que todos os laudos que são feitos são muito mais estudos econométricos, já que é impossível analisar item por item”.
“As ações com base nesses laudos ficam paradas por anos e nada se comprova efetivamente. O que nós fizemos foi evitar essa discussão”.
O valor previsto no acordo para ressarcimento no Brasil, R$ 6,8 bilhões, foi definido com base em estudo que mostrou que esse era o montante que a empresa poderia pagar sem correr o risco de quebrar. A estimativa foi elaborada pela Odebrecht e chancelada pelas autoridades americanas.
“Usamos o método americano de capacidade de pagamento. Aqui no Brasil, moralisticamente, achamos que basta condenar a pagar R$ 20 bilhões e nunca executar. Nós [da força-tarefa], não. Preferimos entregar algum valor certo às vítimas”, afirmou. “Se eu tivesse um acordo em que eu fosse obrigado a dizer qual é o dano efetivo e obrigasse a empresa a pagar tudo, eu não fechava o acordo.”
Lima disse que a PETROBRAS e os tribunais ainda podem cobrar da Odebrecht diferenças que entenderem devidas.
OUTRO LADO
Empresa diz que ajuda autoridades e que danos ao erário estão sendo calculados
A empreiteira Odebrecht afirma que está colaborando com as autoridades brasileiras e estrangeiras e mantém entendimentos com os órgãos de controle para fixar critérios coerentes para o cálculo dos prejuízos causados aos cofres públicos.
Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da empresa, “a qualidade e a eficácia da colaboração da Odebrecht vêm sendo confirmadas dia a dia e têm sido instrumento valioso para a ação da Justiça”.
“A Odebrecht continua colaborando com as investigações de forma definitiva, prestando todos os esclarecimentos necessários às autoridades brasileiras e estrangeiras”.
O texto relata que “a empresa segue em tratativas com os órgãos de controle visando estabelecer premissas e critérios coerentes para cálculo dos danos ao erário, e já registrou perante o MPF [Ministério Público Federal] disposição de colaborar plenamente com as instâncias administrativas pertinentes”.
De acordo com a companhia, muitos dos valores de Superfaturamento mencionados pela reportagem “são preliminares e atrelados aos montantes globais dos respectivos contratos, não correspondendo às participações da Odebrecht em cada um deles.”
A Odebrecht diz que o aumento do preço de obras em comparação com o valor inicial não se deve a Superfaturamento, mas a aditivos contratuais previstos em lei, ou a mudanças de projetos.
Em nota, a empreiteira Andrade Gutierrez “reafirma seu compromisso público de continuar colaborando com as autoridades e órgãos competentes no intuito de esclarecer e sanar erros cometidos no passado”.
Antônio Carlos de Almeida Castro, defensor de Edison Lobão, negou que o ex-ministro tenha sido destinatário de recursos ilícitos da Odebrecht. “O senador nega veementemente todas as acusações. As delações já estão sendo amplamente questionadas juridicamente e não tem um fiapo de credibilidade”, disse.

Da Folha de S. Paulo


___________

A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
Para adquirir o seu exemplar, clique aqui.



 ___________________



Para saber mais sobre o livro, clique aqui.
___________________


Para saber mais sobre o livro, clique aqui.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Economia mundial teve em 2017 maior crescimento em seis anos, diz ONU


Um relatório das Nações Unidas lançado na segunda-feira (11), em Nova Iorque, indica que este ano a economia mundial ganhou força com a diminuição das fragilidades associadas à crise financeira global e teve o maior crescimento desde 2011. O documento prevê um avanço de 3% em 2017, que  deve continuar estável no próximo ano, segundo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (Desa). A informação é da ONU News.
O estudo destaca que a melhora na situação econômica global oferece uma oportunidade aos países para se concentrarem em criar políticas sobre questões de longo prazo. Entre elas, o crescimento econômico de baixo carbono, a redução das desigualdades, a diversificação econômica e a eliminação de barreiras profundas que dificultam o desenvolvimento.
De forma geral, "as condições de investimento melhoraram num contexto de baixa volatilidade financeira, redução de fragilidade no setor bancário, recuperação em vários setores de commodities e uma previsão macroeconômica global mais sólida", aponta o documento.
Incertezas
Já as razões que podem afetar de forma negativa os investimentos incluem incertezas sobre política comercial, impacto do ajuste do balanço nos principais bancos centrais, o aumento da dívida e os riscos financeiros de longo prazo.
Para o Desa, 2017 também foi marcado por mercados financeiros globais "incrivelmente dinâmicos". No entanto, essas condições ocorrem ao mesmo tempo em que existem “vários riscos persistentes e incertezas no sistema financeiro global".
O relatório destaca haver muitas economias em desenvolvimento e em transição que continuam a ser vulneráveis e a correr riscos. Esses fatores incluem contração desordenada nas condições de liquidez globais e a retirada repentina de capital.
ONU News


___________

A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
Para adquirir o seu exemplar, clique aqui.



 ___________________



Para saber mais sobre o livro, clique aqui.
___________________


Para saber mais sobre o livro, clique aqui.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Massa carcerária que não para de crescer


O Brasil atingiu a posição de terceira maior população carcerária do mundo, segundo o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen). Só está atrás dos Estados Unidos e da China, que ocupam o primeiro e segundo lugar, respectivamente. Os dados foram divulgados ontem pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o relatório, o número de presos atingiu, pela primeira vez, a marca de 726,7 mil - o dobro do número de vagas nas cadeias.
O documento também apresenta a situação das pessoas condenadas a cada tipo de crime. No caso do aborto (leia matéria abaixo), por exemplo, são 84 encarcerados. Desse total, 77 são homens, e sete são mulheres. Eles se encaixam nos artigos 124°,125°,126° e 127° do Código Penal, que tratam do aborto realizado pela própria gestante, ou por terceiros com ou sem o consentimento da mulher.
Os dados apresentados pelo Infopen foram atualizados até junho de 2016. Caso comparado com o registro feito no início da década de 1990, os números representam um aumento de 707%. No entanto, do total de presos, 40% correspondem a prisões provisórias, ou seja, quando o acusado ainda não foi condenado judicialmente.
Ainda de acordo com o relatório, o deficit de vagas chega a 358,6 mil, enquanto a taxa de ocupação corresponde a 197,4%. São Paulo tem mais presos: são 240 mil pessoas privadas de liberdade, seguido por Minas Gerais, com 68,3 mil. Por último está Roraima, com 2,3 mil encarcerados.
Recursos
A maioria está abrigada nas prisões estaduais (689,5 mil). Outros 36,7 mil ocupam carceragens das unidades de Segurança Pública, e os considerados mais perigosos ficam em Presídios federais (437). 'A taxa de aprisionamento é de 352 pessoas para cada 100 mil habitantes. É um número que vem crescendo ao longo dos anos', explicou o diretor-geral do Depen, Jefferson de Almeida.
Para o diretor, os resultados do levantamento são importantes para direcionar as políticas públicas de melhoria para o sistema em 2018. Com esses dados, será possível realizar uma correta aplicação de recursos financeiros do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e orientar os estados a também aplicá-los. 'Cerca de 66% das unidades foram concebidas ou estruturadas para serem estabelecimentos prisionais, mas temos um percentual que são unidades adaptadas. É importante destacar isso, porque há espaços que podem ser adaptados e humanizados, para que possam permitir que a pessoa cumpra sua pena com mais dignidade', afirmou o diretor-geral.
Almeida garantiu que também incrementará políticas de monitoramento eletrônico, e trabalhará em conjunto com o Judiciário para que as audiências de custódia sejam implementadas a ponto de não haver tantos presos provisórios. 'É importante que o Judiciário aprecie a condição de cada prisão e aplique ou não o recolhimento da pessoa', afirmou.
"O Amazonas tem a pior situação. Lá decapitaram gente. Não precisa de grande ciência para ver que a superlotação é um dos motivos que levam à barbárie' Arthur Trindade, professor da UnB e exsecretário de Segurança Pública do DF
Auditoria do TCU
Uma auditoria coordenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no sistema prisional brasileiro constatou que 11 das 27 unidades da Federação enfrentaram algum tipo de rebelião de outubro de 2016 a maio de 2017. A maior parte ocorreu em estabelecimentos com deficit de vagas. Segundo o levantamento, 78% dos casos de rebelião se deram em Presídios com excesso de lotação. Entre outras deficiências encontradas está o Fundo Penitenciário. Segundo a MP 755/2016, foram destinados R$ 44,7 milhões para ações de construção e de aparelhamento de unidades prisionais de 25 estados. No entanto, a variação do custo de cada vaga para preso é de 70%. Além disso, há falta de informações confiáveis acerca dos detentos, e há atrasos e entraves no processo de desenvolvimento do sistema.

Por Deborah Fortuna, no Correio Braziliense

___________

A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
Para adquirir o seu exemplar, clique aqui.



 ___________________



Para saber mais sobre o livro, clique aqui.
___________________


Para saber mais sobre o livro, clique aqui.