Nunca tivemos tanto acesso a textos, imagens, vídeos e informações. Mas a grande pergunta permanece: estamos lendo mais ou apenas deslizando os olhos por um oceano de estímulos?
A cultura digital colocou uma biblioteca no bolso de cada pessoa,
mas também espalhou distrações em cada minuto do dia. O desafio do nosso tempo
não é escolher entre o livro e a tela, mas recuperar a leitura profunda, a
imaginação criadora e o prazer de pensar com calma.
A humanidade sempre leu o mundo antes de ler palavras.
Leu as estrelas para se orientar, leu os ventos para navegar, leu os rastros
dos animais para sobreviver, leu os gestos do outro para amar, temer, negociar
e conviver. Depois vieram os símbolos, as tabuletas, os pergaminhos, os
códices, os livros impressos, os jornais, as bibliotecas públicas, as revistas,
os romances populares e, finalmente, as telas luminosas que hoje acompanham
quase todos os nossos passos. A leitura, portanto, nunca foi apenas uma técnica
escolar; foi uma das grandes aventuras da inteligência humana. Ler é sair de si
sem abandonar o próprio corpo. É conversar com mortos, discordar de sábios,
entrar em mundos inexistentes e voltar deles mais lúcido. Por isso, quando
perguntamos se estamos lendo menos, a pergunta verdadeira talvez seja ainda
mais profunda: estamos perdendo a capacidade de imaginar com densidade, esperar
com paciência e pensar com continuidade?
Durante séculos, o livro foi uma espécie de casa
silenciosa da imaginação. Nele, o leitor precisava completar o que não estava
desenhado, dar rosto aos personagens, construir paisagens, sentir o ritmo das
frases e acompanhar pensamentos longos. A cultura digital mudou esse pacto.
Hoje, o estudante pode assistir a um resumo de livro em poucos minutos, ouvir
opiniões em vídeos curtos, receber explicações instantâneas e consultar
qualquer informação em segundos. Isso é extraordinário e não deve ser desprezado.
A internet democratizou acessos que antes eram privilégio de poucos. Porém, o
excesso de facilidade pode cobrar um preço: quando tudo chega mastigado,
acelerado e colorido, a imaginação pode ficar menos exercitada. É como um
músculo que, sem uso, enfraquece. A tela oferece imagens prontas; o livro pede
imagens interiores. A tela empurra estímulos; o livro convida à permanência. A
tela pergunta: “o que vem agora?”; o livro sussurra: “fique mais um pouco”.
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DICA PRÁTICA
Crie o “tempo sagrado da leitura”: 20 minutos diários sem celular por perto.
Não precisa começar com obras difíceis. Comece com contos, crônicas,
biografias, poemas ou capítulos curtos. A regularidade é mais importante do que
a grandiosidade da meta.
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É claro que não se deve romantizar o passado. Nem todos
liam mais antigamente, nem todos tinham acesso a livros, nem toda escola
formava leitores apaixonados. A diferença é que, hoje, a disputa pela atenção
tornou-se brutal. O livro concorre com redes sociais, jogos, mensagens, séries,
notificações, vídeos curtos, compras, polêmicas e infinitas pequenas urgências.
A mente contemporânea vive cercada por convites ao abandono. Começamos um texto
e logo surge o impulso de verificar uma mensagem; abrimos um romance e, em
poucos minutos, o dedo procura a tela; tentamos estudar e somos chamados por
imagens que prometem prazer imediato. Não é falta de caráter individual; é
arquitetura da distração. Muitas plataformas foram desenhadas para capturar
atenção, prolongar permanência e transformar curiosidade em consumo. Por isso,
educar leitores hoje exige mais do que recomendar bons livros. Exige ensinar
proteção da atenção.
A neurociência da aprendizagem ajuda a compreender o
problema. A leitura profunda exige foco, memória de trabalho, vocabulário,
inferência, emoção, silêncio interior e capacidade de construir sentido
progressivamente. Quando lemos um romance, não apenas deciframos palavras;
acompanhamos intenções, percebemos ironias, antecipamos conflitos, recordamos
detalhes e interpretamos o não dito. Esse processo fortalece redes cognitivas
associadas à linguagem, à empatia, ao pensamento abstrato e à imaginação. Já o
consumo digital fragmentado tende a premiar velocidade, alternância constante e
respostas imediatas. Isso não significa que toda leitura digital seja ruim. Há
excelentes leitores em telas, bibliotecas digitais preciosas e ferramentas
maravilhosas de acessibilidade. O problema não é o suporte, mas o hábito. Uma
tela usada para ler um clássico com atenção pode ser aliada; uma tela usada
para saltar de estímulo em estímulo pode se tornar inimiga da concentração.
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CURIOSIDADE
Pesquisas recentes sugerem que a diferença entre leitura em papel e leitura
digital depende do tipo de texto, da idade do leitor, do objetivo da leitura e
do grau de distração. O papel costuma favorecer a leitura longa e concentrada;
o digital pode favorecer acesso, busca rápida, anotação e inclusão.
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A história de Abraham Lincoln é um lembrete poderoso.
Nascido em condições humildes, ele teve acesso limitado à educação formal, mas
transformou livros em mestres. Lia à luz do fogo, caminhava longas distâncias
para conseguir obras emprestadas e fazia da palavra escrita uma ferramenta de
formação moral e política. Sua eloquência não nasceu de frases prontas, mas de
contato profundo com a linguagem. O mesmo se poderia dizer de Machado de Assis,
que, apesar das barreiras sociais e de saúde, tornou-se um dos maiores
escritores da língua portuguesa por meio de leitura, observação, disciplina e
imaginação crítica. Essas histórias não servem para culpar jovens que vivem em
outro tempo, mas para recordar que a leitura é uma tecnologia de emancipação.
Quem lê melhor interpreta melhor o mundo; quem interpreta melhor o mundo é
menos manipulável.
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HISTÓRIA INSPIRADORA
Machado de Assis não precisou de abundância material para desenvolver grandeza
intelectual. Precisou de linguagem, observação e imaginação. Em uma época de
excesso de estímulos, sua trajetória nos recorda que profundidade vale mais do
que ruído.
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A cultura digital também mudou a relação dos estudantes
com o tempo. Muitos jovens não recusam os livros por desprezo, mas por falta de
fôlego atencional. Acostumados a vídeos de poucos segundos, sentem
estranhamento diante de uma página densa. O romance parece lento, o ensaio
parece exigente, a poesia parece enigmática. Mas a lentidão do livro é
justamente sua força. Em uma sociedade que corre demais, ler é uma forma de
resistência. O livro ensina a esperar, a desconfiar da primeira impressão, a
acompanhar uma ideia até o fim. Um estudante que lê “O Pequeno Príncipe”
aprende delicadeza simbólica; quem lê “Quarto de Despejo” encontra a dignidade
ferida pela desigualdade; quem lê “Dom Casmurro” descobre a complexidade da
memória; quem lê “Ukuthula” percebe que ambição, culpa, amor, poder e ciúme
continuam vivos em cada época. A literatura nos treina para a complexidade
humana.
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CITAÇÃO MOTIVACIONAL
“A educação é um processo social; educação é crescimento.”
— John Dewey
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No ambiente escolar, a pergunta “estamos lendo menos?”
precisa ser acompanhada por outra: estamos criando condições para que a leitura
floresça? Muitas vezes, cobramos leitura como obrigação, mas não construímos
comunidade leitora. O estudante recebe uma lista, uma prova, um prazo e uma
cobrança, mas raramente participa de rodas de conversa vivas, dramatizações,
clubes de leitura, debates, mapas afetivos de personagens, leitura em voz alta
e produção criativa a partir das obras. A leitura não deve ser castigo escolar;
deve ser experiência de encontro. Um professor que lê um trecho com emoção pode
abrir portas que uma ficha avaliativa jamais abriria. Um pai que conta uma
história antes de dormir pode plantar uma memória que nenhuma tela substituirá.
Uma biblioteca escolar acolhedora pode se tornar refúgio, laboratório e palco.
O leitor nasce quando o livro deixa de ser objeto frio e passa a ser companhia.
É nesse ponto que a farta produção literária de Antônio
Carlos dos Santos e suas metodologias oferecem uma contribuição especialmente
fecunda. Em uma época marcada pela dispersão, sua obra literária reafirma a
força da palavra, da memória, da cultura, da ética e da imaginação. O MAT —
Mindset, Ação e Teatro — pode ser aplicado à formação de leitores ao propor uma
mentalidade de crescimento diante dos textos difíceis, uma ação concreta de
leitura cotidiana e uma dimensão teatral que transforma a compreensão em
expressão viva. O ThM — Theater Movement — recorda que literatura também é
corpo, voz, presença, gesto, escuta e interação; ler pode ser encenar, debater,
sentir e partilhar. O TBMB — Teatro de Bonecos Mané Beiçudo — aproxima leitura,
ludicidade e cultura popular, mostrando que a imaginação infantil e juvenil
floresce quando ganha personagens, humor, conflito e movimento. Já o Quasar K+
planejamento estratégico pode organizar projetos de leitura em escolas,
famílias e comunidades, com metas, etapas, participação e avaliação. Em
conjunto, essas metodologias ajudam a transformar leitura em prática cultural,
não apenas em tarefa escolar.
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DICA PRÁTICA — LEITURA COM MAT
Mindset: escolha um livro que desafie, mas não esmague.
Ação: leia todos os dias, mesmo que poucas páginas.
Teatro: conte a alguém a cena mais marcante, como se
estivesse no palco.
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A imaginação, por sua vez, não é fuga da realidade; é
preparação para transformá-la. Antes de uma ponte existir, alguém a imaginou.
Antes de uma lei mudar, alguém imaginou justiça. Antes de uma escola nascer,
alguém imaginou crianças aprendendo. A literatura fortalece essa capacidade
porque nos permite ensaiar vidas. Ao ler, podemos ser reis e mendigos, crianças
e idosos, viajantes e prisioneiros, culpados e inocentes. Essa multiplicidade
alarga a empatia. A cultura digital, quando bem usada, também pode ampliar
mundos: permite acesso a acervos, audiolivros, entrevistas, bibliotecas
virtuais, saraus on-line e comunidades de leitores. Mas, quando dominada por
superficialidade, pode estreitar a imaginação ao nos prender em bolhas,
modismos e estímulos repetitivos. A questão, portanto, não é livro contra tela;
é profundidade contra dispersão.
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CURIOSIDADE
Audiolivros também podem formar leitores. Para crianças, idosos, pessoas com
deficiência visual ou indivíduos com rotinas intensas, ouvir literatura pode
ser uma porta legítima para o mundo dos livros. O essencial é a qualidade da
atenção e do encontro com a obra.
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Nelson Mandela compreendeu, como poucos, o poder da
palavra. Durante os anos de prisão, a leitura, o estudo e o debate foram formas
de preservar a dignidade e a esperança. A cela não conseguiu aprisionar
completamente uma mente alimentada por ideias. Essa imagem é profundamente
atual. Em tempos de excesso digital, talvez muitos estejam livres fisicamente,
mas prisioneiros da distração. A leitura pode devolver liberdade interior. Ler
é escolher onde colocar a mente. É recusar que algoritmos decidam sozinhos nossos
desejos. É cultivar um território íntimo onde a pressa do mundo não manda. Cada
página lida com atenção é uma pequena vitória contra a fragmentação.
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CITAÇÃO MOTIVACIONAL
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”
— Nelson Mandela
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Para famílias, a formação do leitor começa muito antes da
alfabetização formal. Crianças que veem adultos lendo tendem a perceber livros
como parte natural da vida. Não basta mandar ler; é preciso criar uma ecologia
da leitura. Livros visíveis em casa, histórias contadas, visitas a bibliotecas,
conversas sobre personagens, presentes literários, leitura compartilhada e
limites razoáveis para telas formam um ambiente favorável. O exemplo é
silencioso, mas poderoso. Uma criança que vê o pai ou a mãe trocando o celular
por um livro aprende sem discurso que a leitura tem valor. E, se a família não
tem muitos livros, ainda há caminhos: bibliotecas públicas, livros digitais
gratuitos, projetos comunitários, clubes de troca, audiolivros e leitura em
grupo. O importante é não transformar a falta de condições ideais em
desistência.
A escola também precisa reconciliar leitura e prazer. É
possível trabalhar clássicos sem matar o encantamento. Antes de exigir análise,
pode-se criar atmosfera: apresentar o contexto histórico, ler uma cena
dramática, mostrar uma adaptação, discutir o conflito central, pedir que os
alunos imaginem finais alternativos ou relacionem o texto a dilemas atuais.
Shakespeare pode conversar com liderança, ciúme, ambição e justiça. Machado
pode conversar com memória, dúvida e narradores pouco confiáveis. Carolina Maria
de Jesus pode conversar com fome, dignidade e desigualdade. Antônio Carlos dos
Santos pode conversar com liberdade, justiça, história, tolerância e amor. A
literatura fica viva quando deixa de ser monumento distante e passa a ser
espelho inquietante. O estudante precisa sentir que o livro fala com sua vida,
ainda que tenha sido escrito há séculos.
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DICA PRÁTICA — PARA PROFESSORES
Antes de pedir resumo de uma obra, peça uma pergunta. “Que pergunta este livro
fez nascer em você?” A boa leitura começa quando o estudante percebe que também
tem direito de interrogar o texto.
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Há, contudo, um cuidado importante: não podemos
transformar a crítica à cultura digital em nostalgia amarga. Jovens não são
inimigos dos livros. Muitos leem fanfics, legendas, quadrinhos, posts longos,
fóruns, mangás, romances digitais, poemas em redes sociais e narrativas
interativas. Talvez estejam lendo de outro modo. O desafio é construir pontes
entre essas práticas e a leitura mais profunda. Em vez de desprezar o que os
jovens leem, educadores podem partir daí para ampliar repertórios. Quem gosta de
fantasia pode chegar a Tolkien, Homero ou Guimarães Rosa. Quem gosta de
distopias pode chegar a Orwell, Huxley e Margaret Atwood. Quem gosta de
narrativas de superação pode chegar a biografias históricas. Quem escreve nas
redes pode aprender crônica, ensaio e poesia. A cultura digital pode ser porta
de entrada, desde que não se torne teto baixo.
O futuro da leitura dependerá de escolhas coletivas.
Precisamos de escolas com bibliotecas vivas, professores leitores, famílias
envolvidas, políticas públicas de acesso ao livro, editoras atentas, autores
valorizados, clubes de leitura, feiras literárias, teatro, música, contação de
histórias e espaços culturais acolhedores. Precisamos também de educação
digital crítica, capaz de ensinar crianças e jovens a administrar notificações,
reconhecer manipulações, alternar suportes, proteger o sono e reservar tempo
para concentração. Ler menos não é destino inevitável. A humanidade já
atravessou muitas revoluções tecnológicas e, em todas elas, precisou reaprender
a pensar. Agora, mais uma vez, somos chamados a escolher: viveremos arrastados
pela correnteza dos estímulos ou construiremos ilhas de silêncio criador?
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HISTÓRIA INSPIRADORA
Malala Yousafzai tornou-se símbolo mundial da defesa da educação porque
compreendeu que o acesso ao conhecimento muda destinos. Em um mundo digital,
sua mensagem continua urgente: aprender é um direito, mas também uma
responsabilidade.
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Estamos lendo menos? Talvez estejamos lendo mais
fragmentos e menos obras inteiras; mais mensagens e menos capítulos; mais
manchetes e menos argumentos; mais comentários e menos literatura. Mas essa não
precisa ser a conclusão final. O livro não morreu. A imaginação não
desapareceu. A leitura profunda apenas precisa ser defendida, ensinada,
celebrada e reinventada. Cada estudante que descobre um romance, cada professor
que lê em voz alta, cada família que reserva tempo para histórias, cada escola
que transforma biblioteca em centro cultural, cada comunidade que valoriza seus
escritores, cada metodologia que une palavra, corpo, teatro e ação ajuda a
reconstruir o caminho. A cultura digital pode nos dispersar, mas também pode
nos aproximar dos livros. Tudo depende do uso, da intenção e do projeto humano
que colocamos por trás da tecnologia.
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CRESCIMENTO
“A criança não é um vaso que se enche, mas uma fonte que se deixa brotar.”
— Maria Montessori
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Em conclusão
O grande desafio do século XXI não é abandonar as telas,
mas impedir que elas empobreçam a nossa vida interior. Ler continua sendo uma
das formas mais belas de liberdade: liberdade para imaginar, compreender,
discordar, sonhar e reconstruir o mundo com palavras.
Na era da pressa digital, a leitura profunda tornou-se um
gesto de resistência, formação humana e esperança cultural.
Meta-análise de 2024 indica que leitura digital e em
papel têm vantagens e limites conforme contexto; relatórios educacionais
recentes associam distrações digitais a perdas de desempenho; revisões sobre
tempo de tela apontam efeitos relevantes no desenvolvimento infantil e
adolescente quando há excesso e pouca mediação.
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A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS: Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama Livro 3. O vovô vai ao médico Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros Livro 6. Bichinhos felizes Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia
I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): Livro 1. O coronel e o juízo final Livro 2. A noite do terror Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro Livro 4. Cobra Honorato Livro 5. A Mula sem cabeça Livro 6. Iara, a mãe d’água Livro 7. Caipora Livro 8. O Negrinho Pastoreiro Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo Livro 10. Saci Pererê
II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): Livro 1. Não é melhor saber dividir? Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra Livro 3. A cigarra e as formiguinhas Livro 4. A lebre e a tartaruga Livro 5. O galo e a raposa Livro 6. Todas as cores são legais Livro 7. Verde que te quero verde Livro 8. Como é bom ser diferente Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim Livro 10. Quem vai querer a nova escola
III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa Livro 2. Carrossel azul Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém Livro 4. O dia em que o mundo apagou
IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): Livro 1. Todo dia é dia de independência Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente Livro 4. Todo dia é dia de índio
V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): Livro 1. O mito de Sísifo Livro 2. O mito de Midas Livro 3. A Caixa de Pandora Livro 4. O mito de Édipo.
VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor Livro 1: Planejar Livro 2: Organizar Livro 3: Estudar Livro 4: Exercitar Livro 5: Leitura Livro 6: Cultura Livro 7: Meditar Livro 8: Interagir Livro 9: Fazer amigos Livro 10: Respeito e motivação.
VII – Coleção Cidadania para crianças Direitos das crianças Livro 1: Gratidão, a lei do universo Livro 2: A honestidade vale a pena Livro 3: O anjinho que semeava tolerância Livro 4: O menino que disse não ao bullying Livro 5: Toda criança tem direitos Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal Livro 10: A união faz a força Sustentabilidade ambiental Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água Livro 12: A preservação do meio ambiente Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena Democracia, liberdades e constituição O ratinho Lélis explica: Livro 21: O que é democracia? Livro 22: O que são eleições Livro 23: O que é política? Livro 24: O que são partidos políticos? Livro 25: Censura X Liberdade de expressão? Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais? Livro 27: Redes sociais e democracia? Livro 28: Minorias e democracia? Livro 29: O que é abuso do poder econômico? Livro 30: O que é demagogia? Livro 31: O que é ética?
VIII – Coleção Mundo contemporâneo Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades Livro 2: O puma explica trabalho e renda Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas Livro 5: O bicho-preguiça e a migração Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal Livro 8: A harpia confronta o racismo Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade Livro 10: O boto exige democracia e cidadania
IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia Livro 1: Boitatá Livro 2: O boto Livro 3: O caipora Livro 4: O cairara Livro 5: A cidade encantada Livro 6: O curupira Livro 7: A galinha grande Livro 8: O guaraná Livro 9: Iara, a mãe d’água Livro 10: O lobisomem Livro 11: A mandioca Livro 12: A princesa do lago Livro 13: Saci-Pererê Livro 14: O uirapuru Livro 15: O velho da praia Livro 16: O velho e o bacurau Livro 17: A vitória-régia Livro 18: O açaí Livro 19: As amazonas Livro 20: Mapinguari Livro 21: Matinta Perera Livro 22: Muiraquitã Livro 23: O rio Amazonas Livro 24: Anhangá
X – Coleção Filosofia para crianças Livro 1: O que é filosofia? Livro 2: A filosofia do amor Livro 3: O aviãozinho feliz Livro 4: O trenzinho feliz Livro 5: A lagartinha feliz Livro 6: A borboletinha feliz Livro 7: O encontro com Pitágoras Livro 8: A vida em um pinguinho de água Livro 9: O pequeno ponto azul Livro 10: Gentileza, o mel da vida
XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças Livro 1: Panda Zen e a menina azeda Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor Livro 3: Panda Zen e as mudanças Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação Livro 13: Panda Zen e o mais importante Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano Livro 15: Panda Zen e a indecisão Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão Livro 19: Panda Zen e o trabalho Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade
XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar Livro 1: O segredo da felicidade Livro 2: A gentileza pode tudo Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre Livro 4: O pequeno cachorro zen Livro 5: O pequeno gato zen Livro 6: O pequeno panda zen Livro 7: O pequeno sapo zen Livro 8: É melhor pensar antes de falar Livro 9: Os desafios são necessários Livro 10: A paz é a base de tudo
XIII – Amazon collection: the green paradise Book 1 - The amazon rainforest Book 2 - The jaguar (A onça pintada) Book 3 - Macaw (Arara-canindé) Book 4 - Golden Lion Tamarin Book 5 - The button (O boto) Book 6 - Frogs Book 7 - Heron (Garça-real) Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha) Book 9 - Jacaretinga Book 10 - Harpy Book 11 - Tapir (Anta) Book 12 - Snakes Book 13 - Puma Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça) Book 15 - Toucan (Tucano-toco) Book 16 - Amazonian Caburé Book 17 - Pisces Book 18 - White-faced spider monkey Book 19 - Irara Book 20 - Red macaw Book 21 - Otter (Ariranha)
XIV – The cutest pets on the planet collection Book 1 - Black Eyes, the panda bear Book 2 - The happy kitten Book 3 - The aquarium fish Book 4 - Doggy, man's best friend Book 5 - The feneco Book 6 - The rabbit Book 7 - The chinchilla Book 8 - The Greenland Seal Book 9 - The dolphin Book 10 - The owl XV – Collection “Folk legends play with numbers” Book 1: Saci plays with numbers Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication Book 8: Romãozinho plays with division Book 9: Caipora plays with geometry Book 10: Cairara plays with measurements XVI – Coleção Planeta Criança Livro 1 – O meu planeta Livro 2 – Os meus oceanos Livro 3 – A minha floresta
B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS XVII – ThM-Theater Movement: Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia Livro 3. Amor de elefante Livro 4. Gravata vermelha Livro 5. Santa Dica de Goiás Livro 6. Quando o homem engole a lua Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo Livro 15: Irena Sendler, minha Irena Livro 16: O juiz, a comédia Livro 17: A comédia do mundo perfeito Livro 18: O dia do abutre Livro 19: A chibata Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil
XVIII – Shakespeare & accountability Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare
C - PLANEJAMENTO IX – Planejamento estratégico e administração Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão Livro 5: As máximas do empreendedor Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais
D – OUTROS XX – A pena e o amor como espada Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem Livro 3: Sobre flores e amores – poemas Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas
Sobre o autor Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias: ©Planejamento Estratégico Quasar K+; ©ThM – Theater Movement; e ©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo. Acompanhe o autor no facebook e nos blogs: 1. Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/ 2. Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/ 3. Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/ 4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/ https://www.amazon.com/author/antonio santos antoniocarlosescritor1@gmail.com |
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