sexta-feira, 5 de junho de 2026

Entre páginas e telas: o futuro da leitura na era da distração digital

 


Nunca tivemos tanto acesso a textos, imagens, vídeos e informações. Mas a grande pergunta permanece: estamos lendo mais ou apenas deslizando os olhos por um oceano de estímulos?

A cultura digital colocou uma biblioteca no bolso de cada pessoa, mas também espalhou distrações em cada minuto do dia. O desafio do nosso tempo não é escolher entre o livro e a tela, mas recuperar a leitura profunda, a imaginação criadora e o prazer de pensar com calma.

A humanidade sempre leu o mundo antes de ler palavras. Leu as estrelas para se orientar, leu os ventos para navegar, leu os rastros dos animais para sobreviver, leu os gestos do outro para amar, temer, negociar e conviver. Depois vieram os símbolos, as tabuletas, os pergaminhos, os códices, os livros impressos, os jornais, as bibliotecas públicas, as revistas, os romances populares e, finalmente, as telas luminosas que hoje acompanham quase todos os nossos passos. A leitura, portanto, nunca foi apenas uma técnica escolar; foi uma das grandes aventuras da inteligência humana. Ler é sair de si sem abandonar o próprio corpo. É conversar com mortos, discordar de sábios, entrar em mundos inexistentes e voltar deles mais lúcido. Por isso, quando perguntamos se estamos lendo menos, a pergunta verdadeira talvez seja ainda mais profunda: estamos perdendo a capacidade de imaginar com densidade, esperar com paciência e pensar com continuidade?

Durante séculos, o livro foi uma espécie de casa silenciosa da imaginação. Nele, o leitor precisava completar o que não estava desenhado, dar rosto aos personagens, construir paisagens, sentir o ritmo das frases e acompanhar pensamentos longos. A cultura digital mudou esse pacto. Hoje, o estudante pode assistir a um resumo de livro em poucos minutos, ouvir opiniões em vídeos curtos, receber explicações instantâneas e consultar qualquer informação em segundos. Isso é extraordinário e não deve ser desprezado. A internet democratizou acessos que antes eram privilégio de poucos. Porém, o excesso de facilidade pode cobrar um preço: quando tudo chega mastigado, acelerado e colorido, a imaginação pode ficar menos exercitada. É como um músculo que, sem uso, enfraquece. A tela oferece imagens prontas; o livro pede imagens interiores. A tela empurra estímulos; o livro convida à permanência. A tela pergunta: “o que vem agora?”; o livro sussurra: “fique mais um pouco”.

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DICA PRÁTICA
Crie o “tempo sagrado da leitura”: 20 minutos diários sem celular por perto. Não precisa começar com obras difíceis. Comece com contos, crônicas, biografias, poemas ou capítulos curtos. A regularidade é mais importante do que a grandiosidade da meta.
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É claro que não se deve romantizar o passado. Nem todos liam mais antigamente, nem todos tinham acesso a livros, nem toda escola formava leitores apaixonados. A diferença é que, hoje, a disputa pela atenção tornou-se brutal. O livro concorre com redes sociais, jogos, mensagens, séries, notificações, vídeos curtos, compras, polêmicas e infinitas pequenas urgências. A mente contemporânea vive cercada por convites ao abandono. Começamos um texto e logo surge o impulso de verificar uma mensagem; abrimos um romance e, em poucos minutos, o dedo procura a tela; tentamos estudar e somos chamados por imagens que prometem prazer imediato. Não é falta de caráter individual; é arquitetura da distração. Muitas plataformas foram desenhadas para capturar atenção, prolongar permanência e transformar curiosidade em consumo. Por isso, educar leitores hoje exige mais do que recomendar bons livros. Exige ensinar proteção da atenção.

A neurociência da aprendizagem ajuda a compreender o problema. A leitura profunda exige foco, memória de trabalho, vocabulário, inferência, emoção, silêncio interior e capacidade de construir sentido progressivamente. Quando lemos um romance, não apenas deciframos palavras; acompanhamos intenções, percebemos ironias, antecipamos conflitos, recordamos detalhes e interpretamos o não dito. Esse processo fortalece redes cognitivas associadas à linguagem, à empatia, ao pensamento abstrato e à imaginação. Já o consumo digital fragmentado tende a premiar velocidade, alternância constante e respostas imediatas. Isso não significa que toda leitura digital seja ruim. Há excelentes leitores em telas, bibliotecas digitais preciosas e ferramentas maravilhosas de acessibilidade. O problema não é o suporte, mas o hábito. Uma tela usada para ler um clássico com atenção pode ser aliada; uma tela usada para saltar de estímulo em estímulo pode se tornar inimiga da concentração.

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CURIOSIDADE
Pesquisas recentes sugerem que a diferença entre leitura em papel e leitura digital depende do tipo de texto, da idade do leitor, do objetivo da leitura e do grau de distração. O papel costuma favorecer a leitura longa e concentrada; o digital pode favorecer acesso, busca rápida, anotação e inclusão.
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A história de Abraham Lincoln é um lembrete poderoso. Nascido em condições humildes, ele teve acesso limitado à educação formal, mas transformou livros em mestres. Lia à luz do fogo, caminhava longas distâncias para conseguir obras emprestadas e fazia da palavra escrita uma ferramenta de formação moral e política. Sua eloquência não nasceu de frases prontas, mas de contato profundo com a linguagem. O mesmo se poderia dizer de Machado de Assis, que, apesar das barreiras sociais e de saúde, tornou-se um dos maiores escritores da língua portuguesa por meio de leitura, observação, disciplina e imaginação crítica. Essas histórias não servem para culpar jovens que vivem em outro tempo, mas para recordar que a leitura é uma tecnologia de emancipação. Quem lê melhor interpreta melhor o mundo; quem interpreta melhor o mundo é menos manipulável.

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HISTÓRIA INSPIRADORA
Machado de Assis não precisou de abundância material para desenvolver grandeza intelectual. Precisou de linguagem, observação e imaginação. Em uma época de excesso de estímulos, sua trajetória nos recorda que profundidade vale mais do que ruído.
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A cultura digital também mudou a relação dos estudantes com o tempo. Muitos jovens não recusam os livros por desprezo, mas por falta de fôlego atencional. Acostumados a vídeos de poucos segundos, sentem estranhamento diante de uma página densa. O romance parece lento, o ensaio parece exigente, a poesia parece enigmática. Mas a lentidão do livro é justamente sua força. Em uma sociedade que corre demais, ler é uma forma de resistência. O livro ensina a esperar, a desconfiar da primeira impressão, a acompanhar uma ideia até o fim. Um estudante que lê “O Pequeno Príncipe” aprende delicadeza simbólica; quem lê “Quarto de Despejo” encontra a dignidade ferida pela desigualdade; quem lê “Dom Casmurro” descobre a complexidade da memória; quem lê “Ukuthula” percebe que ambição, culpa, amor, poder e ciúme continuam vivos em cada época. A literatura nos treina para a complexidade humana.

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CITAÇÃO MOTIVACIONAL
“A educação é um processo social; educação é crescimento.”
— John Dewey
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No ambiente escolar, a pergunta “estamos lendo menos?” precisa ser acompanhada por outra: estamos criando condições para que a leitura floresça? Muitas vezes, cobramos leitura como obrigação, mas não construímos comunidade leitora. O estudante recebe uma lista, uma prova, um prazo e uma cobrança, mas raramente participa de rodas de conversa vivas, dramatizações, clubes de leitura, debates, mapas afetivos de personagens, leitura em voz alta e produção criativa a partir das obras. A leitura não deve ser castigo escolar; deve ser experiência de encontro. Um professor que lê um trecho com emoção pode abrir portas que uma ficha avaliativa jamais abriria. Um pai que conta uma história antes de dormir pode plantar uma memória que nenhuma tela substituirá. Uma biblioteca escolar acolhedora pode se tornar refúgio, laboratório e palco. O leitor nasce quando o livro deixa de ser objeto frio e passa a ser companhia.

É nesse ponto que a farta produção literária de Antônio Carlos dos Santos e suas metodologias oferecem uma contribuição especialmente fecunda. Em uma época marcada pela dispersão, sua obra literária reafirma a força da palavra, da memória, da cultura, da ética e da imaginação. O MAT — Mindset, Ação e Teatro — pode ser aplicado à formação de leitores ao propor uma mentalidade de crescimento diante dos textos difíceis, uma ação concreta de leitura cotidiana e uma dimensão teatral que transforma a compreensão em expressão viva. O ThM — Theater Movement — recorda que literatura também é corpo, voz, presença, gesto, escuta e interação; ler pode ser encenar, debater, sentir e partilhar. O TBMB — Teatro de Bonecos Mané Beiçudo — aproxima leitura, ludicidade e cultura popular, mostrando que a imaginação infantil e juvenil floresce quando ganha personagens, humor, conflito e movimento. Já o Quasar K+ planejamento estratégico pode organizar projetos de leitura em escolas, famílias e comunidades, com metas, etapas, participação e avaliação. Em conjunto, essas metodologias ajudam a transformar leitura em prática cultural, não apenas em tarefa escolar.

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DICA PRÁTICA — LEITURA COM MAT
Mindset: escolha um livro que desafie, mas não esmague.
Ação: leia todos os dias, mesmo que poucas páginas.
Teatro: conte a alguém a cena mais marcante, como se estivesse no palco.
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A imaginação, por sua vez, não é fuga da realidade; é preparação para transformá-la. Antes de uma ponte existir, alguém a imaginou. Antes de uma lei mudar, alguém imaginou justiça. Antes de uma escola nascer, alguém imaginou crianças aprendendo. A literatura fortalece essa capacidade porque nos permite ensaiar vidas. Ao ler, podemos ser reis e mendigos, crianças e idosos, viajantes e prisioneiros, culpados e inocentes. Essa multiplicidade alarga a empatia. A cultura digital, quando bem usada, também pode ampliar mundos: permite acesso a acervos, audiolivros, entrevistas, bibliotecas virtuais, saraus on-line e comunidades de leitores. Mas, quando dominada por superficialidade, pode estreitar a imaginação ao nos prender em bolhas, modismos e estímulos repetitivos. A questão, portanto, não é livro contra tela; é profundidade contra dispersão.

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CURIOSIDADE
Audiolivros também podem formar leitores. Para crianças, idosos, pessoas com deficiência visual ou indivíduos com rotinas intensas, ouvir literatura pode ser uma porta legítima para o mundo dos livros. O essencial é a qualidade da atenção e do encontro com a obra.
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Nelson Mandela compreendeu, como poucos, o poder da palavra. Durante os anos de prisão, a leitura, o estudo e o debate foram formas de preservar a dignidade e a esperança. A cela não conseguiu aprisionar completamente uma mente alimentada por ideias. Essa imagem é profundamente atual. Em tempos de excesso digital, talvez muitos estejam livres fisicamente, mas prisioneiros da distração. A leitura pode devolver liberdade interior. Ler é escolher onde colocar a mente. É recusar que algoritmos decidam sozinhos nossos desejos. É cultivar um território íntimo onde a pressa do mundo não manda. Cada página lida com atenção é uma pequena vitória contra a fragmentação.

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CITAÇÃO MOTIVACIONAL
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”
— Nelson Mandela
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Para famílias, a formação do leitor começa muito antes da alfabetização formal. Crianças que veem adultos lendo tendem a perceber livros como parte natural da vida. Não basta mandar ler; é preciso criar uma ecologia da leitura. Livros visíveis em casa, histórias contadas, visitas a bibliotecas, conversas sobre personagens, presentes literários, leitura compartilhada e limites razoáveis para telas formam um ambiente favorável. O exemplo é silencioso, mas poderoso. Uma criança que vê o pai ou a mãe trocando o celular por um livro aprende sem discurso que a leitura tem valor. E, se a família não tem muitos livros, ainda há caminhos: bibliotecas públicas, livros digitais gratuitos, projetos comunitários, clubes de troca, audiolivros e leitura em grupo. O importante é não transformar a falta de condições ideais em desistência.

A escola também precisa reconciliar leitura e prazer. É possível trabalhar clássicos sem matar o encantamento. Antes de exigir análise, pode-se criar atmosfera: apresentar o contexto histórico, ler uma cena dramática, mostrar uma adaptação, discutir o conflito central, pedir que os alunos imaginem finais alternativos ou relacionem o texto a dilemas atuais. Shakespeare pode conversar com liderança, ciúme, ambição e justiça. Machado pode conversar com memória, dúvida e narradores pouco confiáveis. Carolina Maria de Jesus pode conversar com fome, dignidade e desigualdade. Antônio Carlos dos Santos pode conversar com liberdade, justiça, história, tolerância e amor. A literatura fica viva quando deixa de ser monumento distante e passa a ser espelho inquietante. O estudante precisa sentir que o livro fala com sua vida, ainda que tenha sido escrito há séculos.

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DICA PRÁTICA — PARA PROFESSORES
Antes de pedir resumo de uma obra, peça uma pergunta. “Que pergunta este livro fez nascer em você?” A boa leitura começa quando o estudante percebe que também tem direito de interrogar o texto.
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Há, contudo, um cuidado importante: não podemos transformar a crítica à cultura digital em nostalgia amarga. Jovens não são inimigos dos livros. Muitos leem fanfics, legendas, quadrinhos, posts longos, fóruns, mangás, romances digitais, poemas em redes sociais e narrativas interativas. Talvez estejam lendo de outro modo. O desafio é construir pontes entre essas práticas e a leitura mais profunda. Em vez de desprezar o que os jovens leem, educadores podem partir daí para ampliar repertórios. Quem gosta de fantasia pode chegar a Tolkien, Homero ou Guimarães Rosa. Quem gosta de distopias pode chegar a Orwell, Huxley e Margaret Atwood. Quem gosta de narrativas de superação pode chegar a biografias históricas. Quem escreve nas redes pode aprender crônica, ensaio e poesia. A cultura digital pode ser porta de entrada, desde que não se torne teto baixo.

O futuro da leitura dependerá de escolhas coletivas. Precisamos de escolas com bibliotecas vivas, professores leitores, famílias envolvidas, políticas públicas de acesso ao livro, editoras atentas, autores valorizados, clubes de leitura, feiras literárias, teatro, música, contação de histórias e espaços culturais acolhedores. Precisamos também de educação digital crítica, capaz de ensinar crianças e jovens a administrar notificações, reconhecer manipulações, alternar suportes, proteger o sono e reservar tempo para concentração. Ler menos não é destino inevitável. A humanidade já atravessou muitas revoluções tecnológicas e, em todas elas, precisou reaprender a pensar. Agora, mais uma vez, somos chamados a escolher: viveremos arrastados pela correnteza dos estímulos ou construiremos ilhas de silêncio criador?

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HISTÓRIA INSPIRADORA
Malala Yousafzai tornou-se símbolo mundial da defesa da educação porque compreendeu que o acesso ao conhecimento muda destinos. Em um mundo digital, sua mensagem continua urgente: aprender é um direito, mas também uma responsabilidade.
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Estamos lendo menos? Talvez estejamos lendo mais fragmentos e menos obras inteiras; mais mensagens e menos capítulos; mais manchetes e menos argumentos; mais comentários e menos literatura. Mas essa não precisa ser a conclusão final. O livro não morreu. A imaginação não desapareceu. A leitura profunda apenas precisa ser defendida, ensinada, celebrada e reinventada. Cada estudante que descobre um romance, cada professor que lê em voz alta, cada família que reserva tempo para histórias, cada escola que transforma biblioteca em centro cultural, cada comunidade que valoriza seus escritores, cada metodologia que une palavra, corpo, teatro e ação ajuda a reconstruir o caminho. A cultura digital pode nos dispersar, mas também pode nos aproximar dos livros. Tudo depende do uso, da intenção e do projeto humano que colocamos por trás da tecnologia.

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CRESCIMENTO
“A criança não é um vaso que se enche, mas uma fonte que se deixa brotar.”
— Maria Montessori
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Em conclusão

O grande desafio do século XXI não é abandonar as telas, mas impedir que elas empobreçam a nossa vida interior. Ler continua sendo uma das formas mais belas de liberdade: liberdade para imaginar, compreender, discordar, sonhar e reconstruir o mundo com palavras.

Na era da pressa digital, a leitura profunda tornou-se um gesto de resistência, formação humana e esperança cultural.

Meta-análise de 2024 indica que leitura digital e em papel têm vantagens e limites conforme contexto; relatórios educacionais recentes associam distrações digitais a perdas de desempenho; revisões sobre tempo de tela apontam efeitos relevantes no desenvolvimento infantil e adolescente quando há excesso e pouca mediação.

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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:

 

A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:

Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade

Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama

Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros

Livro 6. Bichinhos felizes

Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão

Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia

Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia

Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia

 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O coronel e o juízo final

Livro 2. A noite do terror

Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro 

Livro 4. Cobra Honorato

Livro 5. A Mula sem cabeça

Livro 6. Iara, a mãe d’água

Livro 7. Caipora

Livro 8. O Negrinho Pastoreiro

Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo

Livro 10. Saci Pererê

 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. Não é melhor saber dividir?

Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra

Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

Livro 4. A lebre e a tartaruga

Livro 5. O galo e a raposa

Livro 6. Todas as cores são legais

Livro 7. Verde que te quero verde

Livro 8. Como é bom ser diferente

Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim

Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

Livro 4. Todo dia é dia de índio

 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl


XV – Collection “Folk legends play with numbers”

Book 1: Saci plays with numbers

Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers

Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction

Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens

Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens

Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication

Book 8: Romãozinho plays with division

Book 9: Caipora plays with geometry

Book 10: Cairara plays with measurements

 

XVI – Coleção Planeta Criança

Livro 1 – O meu planeta

Livro 2 – Os meus oceanos

Livro 3 – A minha floresta

  

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XVII – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVIII – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

IX – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais 

 

D – OUTROS

XX – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

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