domingo, 27 de março de 2016

‘Estupraram minha mãe e nos venderam’: norte-coreana relata dramática fuga pelo deserto aos 13 anos


Image captionYeonmi Park foi separada da mãe e vendida por traficantes de pessoas após fugir para a China.
Yeonmi Park fugiu da Coreia do Norte quando tinha apenas 13 anos.
Ela teve que atravessar desertos e rios gelados, e chegou a ser vendida por traficantes de pessoas na China.
Park, que hoje vive e estuda nos EUA, contou à BBC sobre a experiência, há quase uma década, e os motivos da fuga de um dos países mais fechados do mundo.
"Escapei em 2007 com minha mãe, atravessando um rio gelado e sob risco de sermos baleadas.
Quando estava na Coreia do Norte, a única coisa que queria era ter algo para comer. Não havia como sobreviver lá. Por sorte eu vivia na fronteira, via as luzes no lado chinês e pensava que poderia encontrar comida se chegasse à China.
Não tínhamos internet na Coreia do Norte. Há apenas um canal de TV e não há revistas.
Minha mãe e eu não sabíamos o que encontraríamos ao fugir. Cruzamos o rio gelado e caímos nas mãos de traficantes de pessoas na China.
Após a travessia estupraram minha mãe na minha frente. Fomos separadas e vendidas a dois fazendeiros chineses.
Image captionYeonmi cresceu no norte da Coreia do Norte; ela via as luzes do lado chinês da fronteira e sonhava com comida.
Venderam minha mãe por US$ 55 (cerca de R$ 200), e pagaram US$ 200 (R$ 722) por mim.
Isso é muito comum. Quando norte-coreanos fogem para a China, o governo chinês não nos considera refugiados e não nos ajuda a chegar à Coreia do Sul.
Em vez disso, costumam nos capturar e devolver ao regime norte-coreano, apesar de saber que seremos castigadas ou executadas.
Por isso, quem escapa da Coreia do Norte fica muito vulnerável - os chineses sabem disso e se aproveitam.
Quando fui vendida ao fazendeiro e me separaram da minha mãe, tentei o suicídio. Mas o fazendeiro disse que se virasse sua amante ele faria com que me reeencontrasse com minha mãe e traria meu pai da Coreia do Norte.
E ele cumpriu a promessa.
Após um tempo fui da China à Mongólia, atravessando o deserto de Gobi, e finalmente cheguei à Coreia do Sul.
Depois de cinco anos lá, vim há pouco tempo para os Estados Unidos, onde estou estudando na Universidade de Columbia, em Nova York.
Image captionA norte-coreana hoje vive e estuda nos EUA.
Gostaria de voltar a meu país algum dia, mas isso não quer dizer que sinta falta do regime ou do sistema.

"Lavagem cerebral"

Cresci no norte da Coreia do Norte. Meu pai foi preso por trabalhar no mercado negro, por isso tive que me mudar para a região central do país e conheci Pyongyang.
Fui à escola por vários anos e só sabia da existência de poucos países no mundo. Nunca havia ouvido falar da internet.
Tudo o que sabia era sobre os "malditos americanos". Assim eram chamados.
Tentam lavar seu cérebro a todo momento. Tinha a imagem dos "malditos americanos" com narizes muitos grandes e olhos azuis, verdadeiros monstros.
Nunca soube que a Coreia do Sul era um país livre. Pensava que havia sido colonizado pelos EUA e que os soldados americanos estupravam mulheres e crianças, matavam pessoas.
Pensava que era o pior lugar do mundo.

Amor proibido

O ponto de virada na minha vida foi quando vi o filme Titanic. Jamais tinha visto nada parecido, porque histórias de amor não são vistas na Coreia do Norte.
O amor é considerado algo vergonhoso lá, nunca falamos sobre isso.
Image captionYeonmi publicou recentemente um livro sobre sua experiência chamado "In Order to Live".
Não há músicas, filmes ou novelas sobre o amor. Por isso, quando vi Titanic, não acreditei que alguém pudesse ter feito um filme sobre algo tão vergonhoso como o amor, e como alguém poderia morrer por amor, e não pelo regime.
Isso foi uma revolução na minha vida, deu-me uma primeira ideia sobre a liberdade.
Na Coreia do Norte sabemos que os americanos são mais ricos do que nós, mas como no livro 1984 de George Orwell, as pessoas nas ruas continuam achando que vivem no melhor país do mundo.
Esse livro explica tudo o que aconteceu comigo sob o ponto de vista psicológico.
Quando (o líder norte-coreano) Kim Jong-il morreu (em 2011), eu morava na Coreia do Sul com minha mãe e não conseguíamos acreditar.
Minha mãe disse: 'como pode ser que Deus morreu?' E vivíamos na Coreia do Sul!
Na Coreia do Norte não acreditam que ele tenha morrido. Estão certos que seu espírito vive entre nós, como Jesus, e que ele lê mentes e sabe tudo o que fazemos, como no filme O Show de Truman."
Da BBC Brasil

___________________

Para saber mais, clique na capa do livro


____________________



Para saber mais, clique na capa do livro

_________________

OUTRAS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade 

I – Coleção Educação, Teatro & Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O coronel e o juízo final 
Livro 2. A noite do terror 
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro  
Livro 4. Cobra Honorato 
Livro 5. A Mula sem cabeça 
Livro 6. Iara, a mãe d’água 
Livro 7. Caipora 
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro 
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo 
Livro 10. Saci Pererê 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. Não é melhor saber dividir 
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra 
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas 
Livro 4. A lebre e a tartaruga 
Livro 5. O galo e a raposa 
Livro 6. Todas as cores são legais 
Livro 7. Verde que te quero verde 
Livro 8. Como é bom ser diferente 
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim 
Livro 10. Quem vai querer a nova escola 

III – Coleção Educação, Teatro & Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa 
Livro 2. Carrossel azul 
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém 
Livro 4. O dia em que o mundo apagou 

IV – Coleção Educação, Teatro & História (peças teatrais juvenis): 
Livro 1. Todo dia é dia de independência 
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra 
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente 
Livro 4. Todo dia é dia de índio 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O mito de Sísifo 
Livro 2. O mito de Midas 
Livro 3. A Caixa de Pandora 
Livro 4. O mito de Édipo. 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro 
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia 
Livro 3. Amor de elefante 
Livro 4. Gravata vermelha 
Livro 5. Santa Dica de Goiás 
Livro 6. Quando o homem engole a lua 

sábado, 26 de março de 2016

Vargas Llosa comemora que populismo esteja em decadência na América Latina

O escritor peruano Mario Vargas Llosa. EFE/Sergio Barrenechea

Perto de completar 80 anos e com um livro recém-lançado, "Cinco esquinas", o peruano Mario Vargas Llosa celebrou o fim do kirchnerismo na Argentina e destacou as "manifestações muito claras" de que o populismo está em decadência na América Latina, em entrevista publicada nesta quinta-feira.
"Há muito mais razões para ser otimista do que pessimista na América Latina. Quando eu era jovem, a América Latina era terra de ditadores. O que sobra agora das ditaduras, como Cuba ou Venezuela, está em fiapos, se desfazendo", disse o Nobel de Literatura ao jornal argentino "La Nación".
Para o autor de "A festa do bode", "há manifestações muito claras" de que o populismo está em retirada no continente, como na Venezuela, Bolívia e Equador ou na Argentina, com o fim do kirchnerismo (o período entre 2003 e 2015 das presidências de Néstor Kirchner e de Cristina Kirchner).
"Foi muito interessante a derrota dos Kirchner. Para mim parece importantíssimo, porque acredito que o país estava engarrafado com este casal. Eu tenho a impressão que a democracia está começando a funcionar outra vez na Argentina. É muito importante, porque é um país que pode excerer um efeito de gravidade sobre o resto dos América latina", manifestou Vargas Llosa.
Para o escritor, "a Argentina se deu mal com o peronismo, porque introduziu uma espécie de nacionalismo que fechou o país".
"Era um país do Primeiro Mundo no começo do século XX e veja no que se transformou a Argentina. Eu acho que isso tem um nome e é peronismo. O país foi empobrecido, mas não houve nenhuma catástrofe natural nem nenhuma guerra", precisou.
"Tenho a impressão que o país é tão próspero que com uma boa política pode se recuperar e voltar a crescer. Para a América latina seria formidável. O Brasil está afundando na corrupção e na demagogia. Vamos precisamos de um país que seja líder regional", continuou.
Vargas Llosa destacou que o novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, está "cumprindo com seu programa, desafiando inclusive a impopularidade, e suas reformas estão muito bem encaminhadas"
Além disso, garantiu que um de seus "sonhos secretos era viver algum tempo em Buenos Aires" mas contou que uma vez foi convidado para a Feira do Livro e o diretor da Biblioteca Nacional "pediu" que "me proibissem falar por minhas ideias políticas".
"Nenhum escritor digno desse nome escreve romances só para fazer propaganda de suas convicções políticas. A literatura fica muito deformada se for julgada somente pela ideologia de seu autor", acrescentou.
Vargas Llosa está trabalhando na promoção de lançamento de "Cinco esquinas", romance que retrata o uso da imprensa sensacionalista pelo governo do ex-presidente peruano (1990-2000) Alberto Fujimori e como a máquina de uma ditadura "tritura" personagens, como um dos protagonistas, Juan Peineta.
"Queria escrever uma história que mostrasse esse submundo jornalístico, que era a pior cara do regime. Essa era a ideia original, mas foi escapando das minhas mãos e terminou sendo uma imagem do que era a sociedade de Lima", indicou.
Neste momento, em que estampa capas de revistas de fofocas por seu relacionamento com a socialite filipina, ex-mulher do cantor Julio Iglesias, Isabel Preysler, o escritor acredita que o atual momento que o jornalismo atravessa também é "muito ruim".
"Não há uma valorização da seriedade da informação, é possíve passar gato por lebre com facilidade. Não se sabe se o jornalismo de papel sobreviverá. Felizmente acredito que os livros, sim, vão sobreviver", opinou.
O peruano, que completa 80 anos no dia 28 de março, garantiu que a idade não atrapalha sua relação com a literatura, porque ele não concebe a vida sem escrever. "Resisto a me transformar em uma estátua", finalizou.

Da Agência EFE


___________________

Para saber mais, clique na capa do livro


____________________



Para saber mais, clique na capa do livro

_________________

OUTRAS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade 

I – Coleção Educação, Teatro & Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O coronel e o juízo final 
Livro 2. A noite do terror 
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro  
Livro 4. Cobra Honorato 
Livro 5. A Mula sem cabeça 
Livro 6. Iara, a mãe d’água 
Livro 7. Caipora 
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro 
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo 
Livro 10. Saci Pererê 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. Não é melhor saber dividir 
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra 
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas 
Livro 4. A lebre e a tartaruga 
Livro 5. O galo e a raposa 
Livro 6. Todas as cores são legais 
Livro 7. Verde que te quero verde 
Livro 8. Como é bom ser diferente 
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim 
Livro 10. Quem vai querer a nova escola 

III – Coleção Educação, Teatro & Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa 
Livro 2. Carrossel azul 
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém 
Livro 4. O dia em que o mundo apagou 

IV – Coleção Educação, Teatro & História (peças teatrais juvenis): 
Livro 1. Todo dia é dia de independência 
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra 
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente 
Livro 4. Todo dia é dia de índio 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O mito de Sísifo 
Livro 2. O mito de Midas 
Livro 3. A Caixa de Pandora 
Livro 4. O mito de Édipo. 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro 
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia 
Livro 3. Amor de elefante 
Livro 4. Gravata vermelha 
Livro 5. Santa Dica de Goiás 
Livro 6. Quando o homem engole a lua 

sexta-feira, 25 de março de 2016

Comando e controle só têm sentido num ambiente de coordenação e criatividade



Um dos principais instrumentos do processo de mudanças é a comunicação.

Por excelência o homem é um ser comunicador. Desde o instante em que nasce depende das interações que estabelece com o outro e com o ambiente. Daí a gênese de todas as suas realizações, inclusive das ações e iniciativas que objetivam a sobrevivência. Comunicação e Inovações acabam estabelecendo relações vitais de interdependência.

E esta relação será tanto mais qualitativa quanto mais intensamente se processar o aporte de novas tecnologias.

As tecnologias constituem a marca, o ponto de inflexão das curvas que registram os avanços ocorridos na história da humanidade. Representam não o escopo, o contorno simplesmente, a carapaça, e sim a essência, a alma, os conteúdos das mudanças.

Além deste aspecto de se enquadrar como substância, as novas tecnologias pulverizam os custos, fazendo-os despencar, principalmente os referentes à comunicação. Nas ultimas décadas, as novas tecnologias digitais tem dado saltos estratosféricos, apresentando um desenvolvimento performático que chega a assustar. As novas tecnologias digitais têm ampliado o universo de pessoas que passam a acessar um conjunto maior de informações, insumo estratégico para dar às decisões a qualidade que os tempos exigem.

Nesse sentido, quanto mais a economia se vincula ao conhecimento e à inovação, mais a descentralização sedimenta espaço nas instituições. Como as informações são democratizadas, mais pessoas se habilitam ao processo gerencial. Enquanto no passado as condições exigiam um colegiado para a tomada de determinadas soluções, hoje esse colegiado, em muitos casos, se torna desnecessário e a decisão passa a ser atributo de uma só pessoa. A diferença é que esta condição não mais significa um privilégio, mas uma normalidade oriunda dos novos cenários. A centralização só avança em setores em que a economia de escala e a padronização figuram como componentes estruturais.

Por muitos séculos o gestor e o empreendedor acostumaram-se a adotar como paradigmas do modelo administrativo o comando e o controle. Dessa forma certificava-se que modo a trajetória concebida estava sendo observada.

Os novos tempos estão a exigir não a substituição desses paradigmas e sim sua conformação a um contexto mais abrangente e adequado à modernidade. Talvez este contexto seja ancorado por políticas e diretrizes de coordenação aliadas a políticas e diretrizes de estímulo à criatividade.

A coordenação é um componente intrínseco à administração. Implica em organizar, compatibilizar e interagir os recursos disponíveis, segundo certa ordem e método, objetivando a consecução de uma meta previamente traçada.

Já a criatividade deve ser compreendida não somente como o fenômeno que engendra a própria existência e sua mantenedora, as inovações. Mas principalmente por formatar o substrato onde vicejam a mobilização, o engajamento, os compromissos, a capacidade de dar utilização racional à matriz onde interagem oportunidades e ameaças.

É um novo contexto, um contexto em que as instituições, para adquirir maior competitividade, rompem com os marcos auto-suficientes da cadeia do comando e do controle, não para dispensá-los e sim para inseri-los numa cadeia mais ampla e promissora, a cadeia em que a coordenação e a criatividade ocupam o topo da pirâmide.

Antônio Carlos dos Santos -  ©Quasar K+ de Planejamento Estratégico; ©ThM-Theater Movement; e ©Teatro Popular Mané Beiçudo.

___________________

Para saber mais, clique na capa do livro


____________________



Para saber mais, clique na capa do livro

_________________

OUTRAS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade 

I – Coleção Educação, Teatro & Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O coronel e o juízo final 
Livro 2. A noite do terror 
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro  
Livro 4. Cobra Honorato 
Livro 5. A Mula sem cabeça 
Livro 6. Iara, a mãe d’água 
Livro 7. Caipora 
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro 
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo 
Livro 10. Saci Pererê 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. Não é melhor saber dividir 
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra 
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas 
Livro 4. A lebre e a tartaruga 
Livro 5. O galo e a raposa 
Livro 6. Todas as cores são legais 
Livro 7. Verde que te quero verde 
Livro 8. Como é bom ser diferente 
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim 
Livro 10. Quem vai querer a nova escola 

III – Coleção Educação, Teatro & Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa 
Livro 2. Carrossel azul 
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém 
Livro 4. O dia em que o mundo apagou 

IV – Coleção Educação, Teatro & História (peças teatrais juvenis): 
Livro 1. Todo dia é dia de independência 
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra 
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente 
Livro 4. Todo dia é dia de índio 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 1. O mito de Sísifo 
Livro 2. O mito de Midas 
Livro 3. A Caixa de Pandora 
Livro 4. O mito de Édipo. 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro 
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia 
Livro 3. Amor de elefante 
Livro 4. Gravata vermelha 
Livro 5. Santa Dica de Goiás 
Livro 6. Quando o homem engole a lua